Novamente vou falar mais um pouco sobre linhas e composição que é umas das partes mais importantes da fotografia. Vou falar sobre perspectiva.
Muito usada em pinturas, desenhos, arquitetura e porque não, na fotografia. A perspectiva é usada para dar uma impressão de tridimensionalidade a foto. Aqui vou falar das mais usadas na fotografia.
A foto por si só tem duas dimensões, altura e largura. Com o uso da perspectiva eu consigo dar a impressão de uma 3ª dimensão a foto, a profundidade. Que na realidade nada mais é que uma ilusão de ótica.
Veja a foto abaixo.
Nessa foto você tem ter uma noção da extensão do rio que vai terminar nos prédios lá longe. Longe? Espera ai, a fotografia não é 2D, como pode existir o longe? Bom vou responder.
Nessa foto usei as linhas convergentes formadas pelas margens do rio para dar a noção de profundidade. Você não entendeu ainda? Vou mostrar então:
Reparem que as linhas vão se aproximando umas das outras convergindo para um único ponto no horizonte. O ponto de fuga.
O ponto de fuga é o ponto onde as linhas, chamadas linhas de fuga convergem para o horizonte, é para onde os objetos se estendem e para onde o espectador encaminha o olhar.
Na imagem abaixo, veja que mesmo sendo do mesmo tamanho, as estátuas vão diminuindo conforme vão se afastando dando novamente a sensação de profundidade da cena.
Não viu as linhas? Fácil, olha só.
Mas pode não existir apenas um ponto de fuga. Veja nessa foto abaixo
que existem dois pontos de fuga, uma de cada lado do prédio.
A fotografia mesmo sendo um objeto de duas dimensões nos fornece informações para que possamos ver as 3 dimensões do objeto fotografado como na foto acima reparamos no tamanho das pessoas em relação as dimensões do edifício.
Claro que existem outras variantes de perspectiva, essas apenas são as mais comumente utilizadas.
Mas também posso brincar com a perspectiva usando que chamamos de perspectiva forçada.
Na foto abaixo eu estava arrumando a antena do prédio porque a TV tava ruim.
Reparem no tamanho do meu dedo em relação ao prédio. Não é photoshop como muitos pensaram na primeira vez que viram essa imagem, é pura técnica em manipular a perspectiva. Legal não é? Mas isso é só nas próximas postagens.
Até a próxima!
*futuras correções nesse post poderão ser feitas.
domingo, 15 de abril de 2012
Uso da perspectiva na fotografia
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sexta-feira, 30 de março de 2012
Uso das linhas na fotografia.
Na composição fotográfica o um dos elementos de mais peso são as linhas
pois elas juntam a cena e lhe conferem uma atmosfera mais harmônica e
guiam o olhar do espectador através da fotografia.
Reparem que na foto abaixo como seu olhar é guiado.
Você primeiro reparou no terço inferior da foto onde estão os pontos de ônibus do terminal, eles guiaram seu olhar até a passarela que está no meio da foto e foi guiado por ela até a parte direita do terço superior você reparou nas janelas dos prédios terminando assim por passear por toda a foto.
Linhas horizontais como a do horizonte ou nos dão a sensação de calma e equilíbrio.
Já linhas verticais são a sensação de força e crescimento.
Linhas em diagonal faz com que haja um direcionamento e também pode nos dar a sensação de profundidade.
Sobre essa sensação de profundidade vou falar na próxima postagem.
Até lá!
Reparem que na foto abaixo como seu olhar é guiado.
Você primeiro reparou no terço inferior da foto onde estão os pontos de ônibus do terminal, eles guiaram seu olhar até a passarela que está no meio da foto e foi guiado por ela até a parte direita do terço superior você reparou nas janelas dos prédios terminando assim por passear por toda a foto.
Linhas horizontais como a do horizonte ou nos dão a sensação de calma e equilíbrio.
Já linhas verticais são a sensação de força e crescimento.
Linhas em diagonal faz com que haja um direcionamento e também pode nos dar a sensação de profundidade.
Sobre essa sensação de profundidade vou falar na próxima postagem.
Até lá!
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quinta-feira, 15 de março de 2012
Centralização do assunto.
Olá, lembra que na postagem anterior falei da regra dos terços e que regras podem ser quebradas? Pois bem agora vou dar algumas dicas super básicas de quando é legal quebrar a regra dos terços.
1ª Dica: Assuntos circundados
| Clique na foto para abrir |
2ª Dica: Fotos de Close-ups
3ª Dica: Fotos Macro
Uma variação das fotos em close-ups são de como tirar fotos macro, como o objeto também preenche praticamente toda a fotografia e o fundo geralmente quando existe é bem desfocado, nesse caso não faz sentido usar a regra dos terços.
4ª Dica: Objetos simétricos.
Quando existe simetria nos objetos da composição o interessante é colocar o assunto no centro da fotografia equilibrando a mesma. No exemplo acima as duas margens do rio são iguais além do céu está refletindo nele como se fosse um espelho. Deixando o rio no meio também consegui dar uma sensação de profundidade na fotografia.
5ª Dica: Linhas convergentes
Quando temos linhas que convergem em algum ponto na fotografia, é ideal que o pondo de convergência fique no meio da fotografia que nesse caso sempre instintivamente procuramos onde as linhas vão parar. No caso da aranha suas perninhas convergem para o corpo que se encontra no meio da fotografia. Agora se caso o olhar for direto para o corpo as pernas das aranha nos guiarão ao restante da foto.
Por enquanto é isso, até o próxima postagem!
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quinta-feira, 1 de março de 2012
Regra dos terços
Continuando a falar de composição, existe mais uma dica que ajuda bastante na hora da composição. Na verdade não é uma dica e sim uma regra, a regra dos terços.
A regra dos terços consiste basicamente em dividir a imagem em nove quadradinhos, como um jogo da velha e colocar as coisas em certo lugares na imagem para que a fique com uma composição mais correta, mais confortável de se observar e também para que o olhar do seu observador passeie pela foto sem tirar a atenção do assunto principal.
Assim como na foto abaixo, eu coloquei as varas de pescar no terço inferior e o mar em outro terço dando um dinamismo na foto em que o observador é instigado a "passear" por toda a foto.
Para ver exatamente que estou falando vou mostrar essa mesma fotografia mas com as linhas imaginárias da regra.
Reparem que além de colocar as varas de pesca no terço inferior elas estão próximas a junção das linhas. Essa junção damos o nome de pontos de ouro. E nesses quatro pontos que o objeto fica em destaque. Claro que não precisa ser exatamente em cima desse ponto, mas quanto mais perto deles melhor.
Agora reparem na mesma cena abaixo só que sem seguir muito a regra dos terços. Reparem que olhar fica travado entre as varas de pescar. Como no dia em que tirei essa foto nem imaginava em fazer esse blog fiz apenas um recorte na foto anterior para dar esse exemplo.
Ficou um pouco mais incomodo de apreciá-la não é mesmo?
Para quem é iniciante vou dar uma dica para facilitar. Essa regra é uma das mais importantes na fotografia que a maioria das câmeras compactas e as DSLR que possuem o recurso LiveView já fazem as linhas para dividir os terços no próprio display. Se na sua não está ativado leia o manual da câmera ou aperte o botão DISP. que em alguma variação aparecerão as linhas. Que moleza não? Mas como falei o melhor mesmo é o próprio fotógrafo imaginar as linhas e ir acostumando que uma hora vai se tornar instintivo e colocar tudo no seu devido lugar.
Mas lembre-se, regras podem ser quebradas tudo depende da imaginação de quem está tirando a fotografia.
Próxima postagem com mais algumas dicas bem interessantes.
Até mais!
Assim como na foto abaixo, eu coloquei as varas de pescar no terço inferior e o mar em outro terço dando um dinamismo na foto em que o observador é instigado a "passear" por toda a foto.
Para ver exatamente que estou falando vou mostrar essa mesma fotografia mas com as linhas imaginárias da regra.
Reparem que além de colocar as varas de pesca no terço inferior elas estão próximas a junção das linhas. Essa junção damos o nome de pontos de ouro. E nesses quatro pontos que o objeto fica em destaque. Claro que não precisa ser exatamente em cima desse ponto, mas quanto mais perto deles melhor.
Agora reparem na mesma cena abaixo só que sem seguir muito a regra dos terços. Reparem que olhar fica travado entre as varas de pescar. Como no dia em que tirei essa foto nem imaginava em fazer esse blog fiz apenas um recorte na foto anterior para dar esse exemplo.
Para quem é iniciante vou dar uma dica para facilitar. Essa regra é uma das mais importantes na fotografia que a maioria das câmeras compactas e as DSLR que possuem o recurso LiveView já fazem as linhas para dividir os terços no próprio display. Se na sua não está ativado leia o manual da câmera ou aperte o botão DISP. que em alguma variação aparecerão as linhas. Que moleza não? Mas como falei o melhor mesmo é o próprio fotógrafo imaginar as linhas e ir acostumando que uma hora vai se tornar instintivo e colocar tudo no seu devido lugar.
Mas lembre-se, regras podem ser quebradas tudo depende da imaginação de quem está tirando a fotografia.
Próxima postagem com mais algumas dicas bem interessantes.
Até mais!
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Composição (segunda parte)
Olá, Como falei anteriormente vou dar algumas dicas básicas de como conseguir a melhor composição de uma imagem.
1º Imagine como será a foto.
Antes de pegar a câmera imagine o que você quer extrair daquela cena que você está observando. Tente observar os detalhes, cores, luzes, textura, enfim, tudo o que você quer que a pessoa que observe a foto sinta. Só então ai pegue a câmera.
2º Aproxime-se do assunto.
Não tenha medo, aproxime-se do assunto que quer retratar. Muitas pessoas utilizam o zoom da câmera quando poderiam estar a menos de um palmo de distância do assunto. Novamente a primeira dica se faz necessária, aproxime-se do assunto para observar os detalhes e só depois veja se é mesmo necessário usar o zoom da câmera como por exemplo fazer com que o fundo fique mais desfocado ou mesmo para diminuir a distorção da objetiva que está usando.
3º Mostre o que você realmente quer.
Já tentou ler um livro todo rabiscado e sem sentido? Ruim não é? Mesma coisa acontece com a fotografia. Tente deixar seu assunto bem destacado na foto. Uma dica é usar um fundo limpo que não chame muita atenção e sem muito "lixo". Se não for possível, desfoque-o Quanto menos o fundo atrapalhar na percepção do seu assunto melhor. Do mesmo modo posso criar um caminho para que leve o olhar do espectador até o assunto e não fique perdido pelo restante da foto.
4º Procure ângulos diferentes.
Nem sempre foto frente a frente são as melhores. Procure outros ângulos. Às vezes uma pequena mudança de posição de câmera fará toda a diferença. As vezes uma foto um pouco de lado dará uma percepção de profundidade, uma foto de baixo para cima dará a sensação de imponência e grandeza ao assunto e do contrário uma foto de cima para baixo dará uma sensação de submissão, fragilidade..
5º Iluminação.
Tente utilizar uma iluminação condizente com o que você quer mostrar na foto. Uma luz bem contrastada dará a sensação de dramaticidade e mistério. Pode-se também brincar com os tons de iluminação para criar uma atmosfera interessante para o seu assunto. Nem sempre uma iluminação como nós enxergamos realmente é a melhor ideia Nessa parte tem que se usar bastante a criatividade.
Na próxima postagem darei mais dicas, então até lá!
1º Imagine como será a foto.
Antes de pegar a câmera imagine o que você quer extrair daquela cena que você está observando. Tente observar os detalhes, cores, luzes, textura, enfim, tudo o que você quer que a pessoa que observe a foto sinta. Só então ai pegue a câmera.
2º Aproxime-se do assunto.
Não tenha medo, aproxime-se do assunto que quer retratar. Muitas pessoas utilizam o zoom da câmera quando poderiam estar a menos de um palmo de distância do assunto. Novamente a primeira dica se faz necessária, aproxime-se do assunto para observar os detalhes e só depois veja se é mesmo necessário usar o zoom da câmera como por exemplo fazer com que o fundo fique mais desfocado ou mesmo para diminuir a distorção da objetiva que está usando.
3º Mostre o que você realmente quer.
Já tentou ler um livro todo rabiscado e sem sentido? Ruim não é? Mesma coisa acontece com a fotografia. Tente deixar seu assunto bem destacado na foto. Uma dica é usar um fundo limpo que não chame muita atenção e sem muito "lixo". Se não for possível, desfoque-o Quanto menos o fundo atrapalhar na percepção do seu assunto melhor. Do mesmo modo posso criar um caminho para que leve o olhar do espectador até o assunto e não fique perdido pelo restante da foto.
4º Procure ângulos diferentes.
Nem sempre foto frente a frente são as melhores. Procure outros ângulos. Às vezes uma pequena mudança de posição de câmera fará toda a diferença. As vezes uma foto um pouco de lado dará uma percepção de profundidade, uma foto de baixo para cima dará a sensação de imponência e grandeza ao assunto e do contrário uma foto de cima para baixo dará uma sensação de submissão, fragilidade..
5º Iluminação.
Tente utilizar uma iluminação condizente com o que você quer mostrar na foto. Uma luz bem contrastada dará a sensação de dramaticidade e mistério. Pode-se também brincar com os tons de iluminação para criar uma atmosfera interessante para o seu assunto. Nem sempre uma iluminação como nós enxergamos realmente é a melhor ideia Nessa parte tem que se usar bastante a criatividade.
Na próxima postagem darei mais dicas, então até lá!
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Composição (primeira parte)
Alguém se lembra daquele velho ditado onde diz "uma imagem vale mais do que mil palavras"?
Com a fotografia é exatamente isso. Uma foto tem que contar uma história mas imagina ler uma história escrita com linhas todas tortas e difícil se ler. Fica chato e você acaba desistindo não? Assim como uma história boa de ler, precisamos fazer da fotografia uma coisa gostosa de ser observada, que desperte interesse,temos que fazer com que o olhar da pessoa que admira a fotografia passeie por ela, que ela saiba onde a foto foi tirada, que ela sinta o que estava acontecendo no momento daquela captura, do pavor de uma tragédia ou o perfume de uma flor ou mesmo o gosto daquele bolo de chocolate que está em cima da mesa de festa naquela fotografia do aniversário do seu primo completando cinco aninhos. Uma foto com uma composição bem feita dá para fazer tudo isso. Enfim, uma única foto tem que contar uma história inteira como disse em minha primeira postagem aqui nesse blog, também disse que fotografia não é apenas apertar um botão. Lá está o olhar do fotógrafo e sua sensibilidade, tudo tem que transparecer naquela fotografia. De nada adianta uma excelente câmera, dominar a técnica e não deixar a emoção fluir daquele momento para a foto.
Sei que falei que técnica não é tudo, mas alguma podem ajudar a fazer uma ótima fotografia.
Nas próximas postagem vou falar sobre elas.
Aguardem!
domingo, 15 de janeiro de 2012
A Luz
Oba! Primeiro post desse ano!!! E vocês, como passaram de ano?
Bom, chega de papo furado e vamos ao assunto.
Como disse no minha primeira postagem no blog, fotografia é a arte de se escrever com a luz. A luz na fotografia é como se fosse a tinta de uma caneta. Sem luz é como se a caneta não tivesse tinta para se escrever. Para "desenhar" perfeitamente com a luz precisamos antes conhecer seus vários tipos. De uma forma rápida vou explicar isso basicamente.
Vamos começar com os tipos de luz que todos conhecem:
A Luz do Sol.
A luz do Sol é uma luz completamente branca. Quando está a pino num céu sem nuvens provoca uma luz dura, em que as sombras aparecem bem pronunciadas. Ela é ideal para fazer fotos com bastante contraste entre a parte de luz e sombra na foto.
Dia nublado.
Um dia com muitas nuvens no céu cobrindo o Sol permite que a luz fique mais homogênea na foto ideais para retratos. As nuvens agem como se fosse um difusor para a luz dura do Sol e também a luz fica com um tom levemente azulado.
Tungstênio (Luz incandesceste).
Tungstênio é como chama as antigas lâmpadas incandescestes. Ela produz uma luz dura também como o Sol mas seu tom é muito mais amarelado devido ao aquecimento do filamento em seu interior.
Lâmpada Florescente.
A lâmpada florescente não produz uma luz tão dura quanto a lâmpada incandesceste mas é a luz que mais engana principalmente em seu tom de cor que é verde! Isso mesmo. Nos enganamos com a "cor" da luz porque assim como a câmera no automático, nosso cérebro corrige as cores com muita precisão. Ela é uma lâmpada esverdeada devido ao gás usado em seu interior para que ela funcione.
Luz do flash.
A luz do Flash é a que mais se aproxima da luz do Sol. É uma luz bastante dura e completamente branca. A luz do flash dura apenas 1/1000 de segundo por isso não importa a velocidade que você usa na câmera. Apenas a câmera terá um limite de velocidade que chamamos de velocidade de sincronismo. Sobre isso vou falar apenas quando estiver falando sobre flashes para não embaralhar o assunto.
Para regulara a câmera perfeitamente para que as cores apareçam naturais usamos o White Balance (WB). Existe também como medir a temperatura através de aparelhos que fazem essa medição. A temperatura da cor é medida me Kelvin (K).
Mas também temos como saber através do tipo de luz e uma tabelinha básica em formato de régua que vou mostrar a seguir.
A maioria das câmeras usam WB pré-definidos com os ícones para os tipos de luz existente mas também algumas câmeras podemos regular o WB através dos Kelvins dando um resultado muito mais preciso.
Por enquanto é isso.
Até o próximo post!
Bom, chega de papo furado e vamos ao assunto.
Como disse no minha primeira postagem no blog, fotografia é a arte de se escrever com a luz. A luz na fotografia é como se fosse a tinta de uma caneta. Sem luz é como se a caneta não tivesse tinta para se escrever. Para "desenhar" perfeitamente com a luz precisamos antes conhecer seus vários tipos. De uma forma rápida vou explicar isso basicamente.
Vamos começar com os tipos de luz que todos conhecem:
A Luz do Sol.
A luz do Sol é uma luz completamente branca. Quando está a pino num céu sem nuvens provoca uma luz dura, em que as sombras aparecem bem pronunciadas. Ela é ideal para fazer fotos com bastante contraste entre a parte de luz e sombra na foto.
Dia nublado.
Um dia com muitas nuvens no céu cobrindo o Sol permite que a luz fique mais homogênea na foto ideais para retratos. As nuvens agem como se fosse um difusor para a luz dura do Sol e também a luz fica com um tom levemente azulado.
Tungstênio (Luz incandesceste).
Tungstênio é como chama as antigas lâmpadas incandescestes. Ela produz uma luz dura também como o Sol mas seu tom é muito mais amarelado devido ao aquecimento do filamento em seu interior.
Lâmpada Florescente.
A lâmpada florescente não produz uma luz tão dura quanto a lâmpada incandesceste mas é a luz que mais engana principalmente em seu tom de cor que é verde! Isso mesmo. Nos enganamos com a "cor" da luz porque assim como a câmera no automático, nosso cérebro corrige as cores com muita precisão. Ela é uma lâmpada esverdeada devido ao gás usado em seu interior para que ela funcione.
Luz do flash.
A luz do Flash é a que mais se aproxima da luz do Sol. É uma luz bastante dura e completamente branca. A luz do flash dura apenas 1/1000 de segundo por isso não importa a velocidade que você usa na câmera. Apenas a câmera terá um limite de velocidade que chamamos de velocidade de sincronismo. Sobre isso vou falar apenas quando estiver falando sobre flashes para não embaralhar o assunto.
Para regulara a câmera perfeitamente para que as cores apareçam naturais usamos o White Balance (WB). Existe também como medir a temperatura através de aparelhos que fazem essa medição. A temperatura da cor é medida me Kelvin (K).
Mas também temos como saber através do tipo de luz e uma tabelinha básica em formato de régua que vou mostrar a seguir.
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A maioria das câmeras usam WB pré-definidos com os ícones para os tipos de luz existente mas também algumas câmeras podemos regular o WB através dos Kelvins dando um resultado muito mais preciso.
Por enquanto é isso.
Até o próximo post!
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