Olá.
Aquela velha frase: "A propaganda é a alma do negócio" veio a tona hoje e resolvi escrever esse post.
Você já pensou em divulgar seu trabalho fotográfico além dos amigos e familiares? Como você faz seu marketing?
Essa é uma dica bem bacana para começar no ramo da fotografia e temos uma poderosa ferramenta: A Internet.
Você pode começar sua jornada participando de eventos e saídas fotográficas de grupos e clubes de fotografia sempre divulgando fotos realizadas durante as saídas fotográficas que você participou na página desses grupos principalmente nas redes sociais, evite porém sem um spammer e mandar duzentos comentários com trabalhos apenas seu que não tem haver com o grupo, ou criticar negativamente trabalhos dos outros, isso é uma maneira péssima de começar.
Para divulgação de seu trabalho pessoal você pode também criar sua própria página em alguma rede social e chamar os amigos e pedir para eles compartilhem com os amigos deles e até pedir permissão a outros grupos de fotografia para divulgar sua página, olha que bacana!
Pode também mais para frente criar uma página pessoal própria para dar um ar mais profissional e fazer tanto a rede social quanto a sua página pessoal trabalharem juntos.
O importante é que você sempre mantenha tanto sua página quanto as redes sociais sempre atualizadas e também responder sempre a e-mails e comentários com toda calma e prazer o mais rapidamente possível para não perder contato com seu público. Assim como faço aqui no "Blog Fotodica".
E você, como divulga seu trabalho? Comente aqui!
sábado, 30 de setembro de 2017
Como você divulga seu traballho de fotografia?
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quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Leia o manual!
Hoje vou dar uma dica muito básica mas quase ninguém segue, leia o manual de instruções de sua câmera.
O manual contém dicas preciosas de como funciona o equipamento seja ele qual for. Pode ser do corpo da câmera, de uma lente, do flash, enfim, tudo. E não só isso, ele te ajuda a conservar o equipamento dando dicas de como deve ser feita a limpeza e o acondicionamento.
Muitas perguntas que recebo aqui no blog e também pessoalmente quando vou a encontros de grupos de fotografia são referentes a coisas que estão escritas no manual. Não que eu não goste de responder vocês, muito pelo contrário, eu adoro essa interação.
Ler o manual facilita o entendimento do funcionamento do equipamento. Eu mesmo quando pego um equipamento novo, seja ele qual for, a primeira coisa que faço é ler o manual mesmo que eu saiba como o utilizar. Das minhas câmeras devo ter lido umas dez, quinze vezes de cada uma delas não por conta da língua estrangeira, mas porque é muito importante o estudar para descobrir qual função do equipamento se adapta mais a proposta que você quer realizar. As vezes você pode misturar duas dicas para que se adeque mais a tarefa que você quer fazer.
No caso dos manuais de equipamentos fotográficos ele até ajuda a ser um fotógrafo melhor dando dicas e sugestões de como realizar aquela foto que você tanto quer.
O manual também é considerado um livro e livro é conhecimento. E você, já leu o manual da sua câmera? Que tal começar agora?
Deixe aqui nos comentários se você já leu manual de seus equipamentos fotográficos ou ficou com aquela preguicinha básica.
Até a próxima dica
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domingo, 30 de julho de 2017
Quebrando regras na fotografia
Na postagem anterior de comemoração da 100ª postagem do "Blog Fotodica" eu coloquei a citação de Edward Weston para vocês refletirem onde ele fala sobre seguir regras de composição. "Quando o tema é forçado a se encaixar em padrões preconcebidos, não poderá haver evolução da visão. Seguir regras de composição só leva a repetição tediosa de clichês pictóricos".
O que ele quis dizer é que não devemos seguir estritamente todas as regras para poder criar um novo olhar evoluindo nossa visão e assim nos tornando fotógrafos melhores evitando assim de sempre na mesmice . Não existe uma receita pronta para cada situação. Cada fotógrafo tem que ter sua visão e interpretação da cena e assim fazer a fotografia da melhor maneira que achar que deve ser registrada.
Outra citação que gosto mas infelizmente não lembro onde li e também tem muito haver com isso é "Não fique no óbvio. Quebrar as regras também é uma regra."
Da mesma forma o que tento passar aqui não são regras, são conceitos básicos para se obter o que é considerado uma boa fotografia.
Apesar de usar uma linguagem extremamente simples, as dicas aqui são para serem lidas, interpretadas e usadas por vocês da melhor forma possível melhorando cada vez mais o olhar e a técnica.
E você, costuma quebrar as regras? Deixe aqui nos comentários!
Até mais!
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sexta-feira, 30 de junho de 2017
100ª Postagem do Blog Fotodica!
Olá pessoal!
É com muito orgulho que anuncio que o "Blog Fotodica" chegou a sua 100ª postagem!
Com milhares de visualizações mensais, o Blog Fotodica sempre Preza pela qualidade da informação passada com dicas simples e objetivas para seu principal público, os amantes da fotografia.
Escolhi esse momento especial para saber de vocês queridos leitores, o que estão achando até aqui das dicas passadas nesses mais de cinco anos de existência do Blog.
Gostaria de saber de vocês também o que pode ser mudado ou mesmo as dicas que querem ver por aqui ou mesmo as dicas que mais gostaram ou te ajudaram para fotografar melhor.
Para isso deixe sua opinião aqui abaixo nos comentários pois o Blog Fotodica existe para compartilhar informações para vocês e sua opinião é muito importante. Aliás, a dica mais comentada será próxima!
Como aqui é um espaço para dicas fotográficas eu vou deixar uma dica em forma de citação de um famoso fotógrafo que tem muito a ver com as dicas, melhor, os conceitos passados aqui no Blog Fotodica durante todo esse tempo de existência.
"Quando o tema é forçado a se encaixar em padrões preconcebidos, não poderá haver evolução da visão. Seguir regras de composição só leva a repetição tediosa de clichês pictóricos" - Edward Weston.
É com essa citação para vocês refletirem que termino essa postagem, aliás se você descobriu o que significa e porque tem a ver com as dicas aqui do blog, deixe também nos comentários!
Até a próxima!
É com muito orgulho que anuncio que o "Blog Fotodica" chegou a sua 100ª postagem!
Com milhares de visualizações mensais, o Blog Fotodica sempre Preza pela qualidade da informação passada com dicas simples e objetivas para seu principal público, os amantes da fotografia.
Escolhi esse momento especial para saber de vocês queridos leitores, o que estão achando até aqui das dicas passadas nesses mais de cinco anos de existência do Blog.
Gostaria de saber de vocês também o que pode ser mudado ou mesmo as dicas que querem ver por aqui ou mesmo as dicas que mais gostaram ou te ajudaram para fotografar melhor.
Para isso deixe sua opinião aqui abaixo nos comentários pois o Blog Fotodica existe para compartilhar informações para vocês e sua opinião é muito importante. Aliás, a dica mais comentada será próxima!
Como aqui é um espaço para dicas fotográficas eu vou deixar uma dica em forma de citação de um famoso fotógrafo que tem muito a ver com as dicas, melhor, os conceitos passados aqui no Blog Fotodica durante todo esse tempo de existência.
"Quando o tema é forçado a se encaixar em padrões preconcebidos, não poderá haver evolução da visão. Seguir regras de composição só leva a repetição tediosa de clichês pictóricos" - Edward Weston.
É com essa citação para vocês refletirem que termino essa postagem, aliás se você descobriu o que significa e porque tem a ver com as dicas aqui do blog, deixe também nos comentários!
Até a próxima!
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terça-feira, 30 de maio de 2017
Equipamento: ColorChecker
Olá pessoal, hoje o blog fotodica não vai dar dicas sobre técnicas fotográficas mas sim de um ferramenta muito útil principalmente para quem fotografa produtos ou para quem busca obter um controle de cor perfeito, o ColorChecker.
O ColorChecker é um alvo com padrões de cores especiais que corresponderão às cores de amostras de objetos naturais sob qualquer iluminação.
Não entendeu? Vou tentar explicar de outra forma.
Na prática o que realmente ele faz é transportar os valores binários previamente conhecidos das cores representadas no alvo criando um perfil de cor para a câmera que está sendo utilizada para que o sistema interprete as cores corretamente.
Vou dar um exemplo abaixo:
Nessa foto não foi utilizado o ColorChecker.
Já nessa outra já foi feita a calibração da câmera com o ColorChecker.
Percebeu que mesmo sem mudar o balanço de branco algumas cores mudaram e ficaram muito mais próximas do real? Então é isso que o ColorChecker faz.
Agora vou falar como utilizo ele no estúdio.
Primeiro é necessário montar a cena e a iluminação que será utilizada na fotografia.
Como estamos falando em controle de cores, o segundo passo é bater o branco, ou seja, calibrar o White Balance da câmera para a iluminação escolhida. No caso o ColorChecker que estava utilizando possui um cartão cinza e foi por ali que fiz o procedimento.
Depois do balanço de brancos corrigido é hora de fotografar o alvo de cores do ColorChecker.
A partir dai é só fotografar a cena pretendida.
Terminada a cessão EU gosto de fotografar o alvo do ColorChecker novamente para ter certeza que tudo ficou no padrão e então é só passar as fotos para o computador.
Depois de descarregar as fotos no computador eu abro o software do ColorChecker e busco a foto que fiz do padrão de cores para que ele interprete e crie o perfil de cor da câmera.
Após a criação do perfil de cores abro as fotos que vou utilizar no trabalho e aplico o perfil em todas elas para que todas fiquem com o mesmo padrão correto de cores.
Então, gostou da dica? Deixe aqui nos comentários se você já teve a oportunidade de usar o ColorChecker ou suas dúvidas.
Até a próxima!
O ColorChecker é um alvo com padrões de cores especiais que corresponderão às cores de amostras de objetos naturais sob qualquer iluminação.
Não entendeu? Vou tentar explicar de outra forma.
Na prática o que realmente ele faz é transportar os valores binários previamente conhecidos das cores representadas no alvo criando um perfil de cor para a câmera que está sendo utilizada para que o sistema interprete as cores corretamente.
Vou dar um exemplo abaixo:
Nessa foto não foi utilizado o ColorChecker.
Já nessa outra já foi feita a calibração da câmera com o ColorChecker.
Percebeu que mesmo sem mudar o balanço de branco algumas cores mudaram e ficaram muito mais próximas do real? Então é isso que o ColorChecker faz.
Agora vou falar como utilizo ele no estúdio.
Primeiro é necessário montar a cena e a iluminação que será utilizada na fotografia.
Como estamos falando em controle de cores, o segundo passo é bater o branco, ou seja, calibrar o White Balance da câmera para a iluminação escolhida. No caso o ColorChecker que estava utilizando possui um cartão cinza e foi por ali que fiz o procedimento.
Depois do balanço de brancos corrigido é hora de fotografar o alvo de cores do ColorChecker.
A partir dai é só fotografar a cena pretendida.
Terminada a cessão EU gosto de fotografar o alvo do ColorChecker novamente para ter certeza que tudo ficou no padrão e então é só passar as fotos para o computador.
Depois de descarregar as fotos no computador eu abro o software do ColorChecker e busco a foto que fiz do padrão de cores para que ele interprete e crie o perfil de cor da câmera.
Após a criação do perfil de cores abro as fotos que vou utilizar no trabalho e aplico o perfil em todas elas para que todas fiquem com o mesmo padrão correto de cores.
Então, gostou da dica? Deixe aqui nos comentários se você já teve a oportunidade de usar o ColorChecker ou suas dúvidas.
Até a próxima!
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domingo, 30 de abril de 2017
Técnica: Empilhamento de foco (Focus Stacking)
Hoje vou falar de uma técnica muito usada não só na Macrofotografia mas também na fotografia de produtos. O Empilhamento de foco.
Assim como o HDR o empilhamento de foco consiste em combinar várias imagens para formar apenas uma mas ao invés de trabalhar na exposição como no HDR o trabalho é feito mudando o ponto de foco entre as fotografias.
O empilhamento de foco é muito usado em fotografias macro e fotografia de produtos, principalmente de pequenos objetos. Como a objetiva muito próxima do assunto nesses casos a profundidade de campo fica muito reduzida e mesmo fechando a abertura do diafragma ao máximo pode não ser possível obter nitidez por todo o assunto.
Essa técnica também é usada quando queremos controle absoluto da área a ser focada.
Normalmente nessa técnica tiram-se cinco ou mais fotografias, podendo chegar até centenas principalmente em fotografias macro, e a cada disparo o foco é ajustado manualmente de forma que o próximo ponto de foco comece logo antes que a nitidez devido a curta profundidade de campo do ajuste anterior termine. Isso é feito em toda a área em que pretendemos ter foco.
Após a captura das fotografias é usado um software para edição de imagens onde elas serão mescladas dando origem a imagem final.
Na imagem abaixo usada como exemplo foram feitas 11 fotografias para conseguir esse resultado.
Aqui abaixo são três das onze fotos que compuseram a imagem do exemplo.
Assim como o HDR o empilhamento de foco consiste em combinar várias imagens para formar apenas uma mas ao invés de trabalhar na exposição como no HDR o trabalho é feito mudando o ponto de foco entre as fotografias.
O empilhamento de foco é muito usado em fotografias macro e fotografia de produtos, principalmente de pequenos objetos. Como a objetiva muito próxima do assunto nesses casos a profundidade de campo fica muito reduzida e mesmo fechando a abertura do diafragma ao máximo pode não ser possível obter nitidez por todo o assunto.
Essa técnica também é usada quando queremos controle absoluto da área a ser focada.
Normalmente nessa técnica tiram-se cinco ou mais fotografias, podendo chegar até centenas principalmente em fotografias macro, e a cada disparo o foco é ajustado manualmente de forma que o próximo ponto de foco comece logo antes que a nitidez devido a curta profundidade de campo do ajuste anterior termine. Isso é feito em toda a área em que pretendemos ter foco.
Após a captura das fotografias é usado um software para edição de imagens onde elas serão mescladas dando origem a imagem final.
Na imagem abaixo usada como exemplo foram feitas 11 fotografias para conseguir esse resultado.
Aqui abaixo são três das onze fotos que compuseram a imagem do exemplo.
![]() |
| Foco no início da cena (borda do potinho) |
![]() |
| Foco no meio da cena |
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| Foco no fim da cena |
Percebeu como a cena final ficou com nitidez total, desde o potinho até toda a extensão das câmeras? Como disse acima, a cena final possui 11 fotos mescladas entre si e foi usado uma abertura de diafragma F8 e uma distância focal de 135mm.
Poderia usar uma abertura menor? Nesse caso sim pois a objetiva que foi utilizada chegava a uma abertura de até F32 mas chega uma hora que de tão fechado que fica o diafragma que a fotografia começa a perder nitidez por causa da difração. É muito comum que objetivas trabalhem com seu maior potencial de nitidez e aberração cromática 2 ou 3 pontos após a abertura máxima e a partir daí começa a perder nitidez tão preciosa nesse tipo de fotografia.
Essa técnica seria como se estivesse usando várias objetivas ao mesmo tempo para fotografar a cena já que objetivas comuns não conseguem focar mais de um ponto mesmo que a câmera possua dezenas de pontos de foco.
Para conseguir um resultado perfeito o ideal é que nada seja alterado durante a captura de todas as fotos a única coisa a ser alterada é a regulagem do foco. Cena, câmera e luz permaneçam imóveis durante a captura.
Já na fotografia macro é comum que se movimente a câmera para fazer o ajuste já que o foco quase sempre está no limite mínimo. Existem até trilhos para movê-las sem ter maiores problemas.
E você, já fez uso dessa técnica ou ficou com alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários.
Até mais!
Poderia usar uma abertura menor? Nesse caso sim pois a objetiva que foi utilizada chegava a uma abertura de até F32 mas chega uma hora que de tão fechado que fica o diafragma que a fotografia começa a perder nitidez por causa da difração. É muito comum que objetivas trabalhem com seu maior potencial de nitidez e aberração cromática 2 ou 3 pontos após a abertura máxima e a partir daí começa a perder nitidez tão preciosa nesse tipo de fotografia.
Essa técnica seria como se estivesse usando várias objetivas ao mesmo tempo para fotografar a cena já que objetivas comuns não conseguem focar mais de um ponto mesmo que a câmera possua dezenas de pontos de foco.
Para conseguir um resultado perfeito o ideal é que nada seja alterado durante a captura de todas as fotos a única coisa a ser alterada é a regulagem do foco. Cena, câmera e luz permaneçam imóveis durante a captura.
Já na fotografia macro é comum que se movimente a câmera para fazer o ajuste já que o foco quase sempre está no limite mínimo. Existem até trilhos para movê-las sem ter maiores problemas.
E você, já fez uso dessa técnica ou ficou com alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários.
Até mais!
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quinta-feira, 30 de março de 2017
Macrofotografia: Fator de ampliação da objetiva
Olá,
Na última postagem comentei que mesmo usando uma objetiva macro de distância focal diferente o resultado seria o mesmo em relação a ampliação do objeto e agora vou explicar porque.
As objetivas só são consideradas macro se ampliarem o objeto, seja no sensor ou no filme, o fator de ampliação tem que ser entre 1X a 10X do tamanho real do objeto fotografado. Como expliquei anteriormente a reprodução de uma formiga de 2cm deve ocupar os mesmos 2cm no sensor de imagem em uma objetiva de ampliação 1X chamada também de "life size".
Agora se eu quiser usar uma objetiva de maior distância focal para ampliar ainda mais os detalhes faria diferença?
Não se a objetiva em questão tiver o mesmo "fator de ampliação" da objetiva de menor distância focal. O que acontece é que uma maior distância focal implica nesse caso de uma maior distância de foco. Não entendeu? Tudo bem, vou tentar explicar de outra forma.
Quanto maior a distância focal da objetiva mais afastado do objeto vou ter que estar para conseguir focar o objeto, lembrando que a ampliação máxima da objetiva é conseguida na menor distância de foco possível.
Por exemplo em uma objetiva macro "life size" 50mm eu preciso estar a 23cm do objeto para conseguir focar o objeto, em uma objetiva 100mm macro também "life size" a distância mínima de foco seria a 30cm que daria praticamente a mesma imagem com a mesma proporção de ampliação no final e é por isso que em fotografia macro a ampliação da objetiva é mais importante que a distância focal.
A diferença de usar objetivas de distâncias focais diferentes está principalmente na profundidade de campo, no assunto e também quanto mais longa a objetiva for mais propenso a tremidas pois além de mais pesadas, quanto maior for a distância focal da objetiva, mais elas "sentem" o tremor da mão do fotógrafo e é por isso que quase todas as fotos macro são utilizados tripés.
ainda restou alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários!
Até a próxima dica!
Na última postagem comentei que mesmo usando uma objetiva macro de distância focal diferente o resultado seria o mesmo em relação a ampliação do objeto e agora vou explicar porque.
As objetivas só são consideradas macro se ampliarem o objeto, seja no sensor ou no filme, o fator de ampliação tem que ser entre 1X a 10X do tamanho real do objeto fotografado. Como expliquei anteriormente a reprodução de uma formiga de 2cm deve ocupar os mesmos 2cm no sensor de imagem em uma objetiva de ampliação 1X chamada também de "life size".
Agora se eu quiser usar uma objetiva de maior distância focal para ampliar ainda mais os detalhes faria diferença?
Não se a objetiva em questão tiver o mesmo "fator de ampliação" da objetiva de menor distância focal. O que acontece é que uma maior distância focal implica nesse caso de uma maior distância de foco. Não entendeu? Tudo bem, vou tentar explicar de outra forma.
Quanto maior a distância focal da objetiva mais afastado do objeto vou ter que estar para conseguir focar o objeto, lembrando que a ampliação máxima da objetiva é conseguida na menor distância de foco possível.
Por exemplo em uma objetiva macro "life size" 50mm eu preciso estar a 23cm do objeto para conseguir focar o objeto, em uma objetiva 100mm macro também "life size" a distância mínima de foco seria a 30cm que daria praticamente a mesma imagem com a mesma proporção de ampliação no final e é por isso que em fotografia macro a ampliação da objetiva é mais importante que a distância focal.
A diferença de usar objetivas de distâncias focais diferentes está principalmente na profundidade de campo, no assunto e também quanto mais longa a objetiva for mais propenso a tremidas pois além de mais pesadas, quanto maior for a distância focal da objetiva, mais elas "sentem" o tremor da mão do fotógrafo e é por isso que quase todas as fotos macro são utilizados tripés.
ainda restou alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários!
Até a próxima dica!
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