Olá pessoal!
Mais um ano acabando e o Blog Fotodica continua dando dicas fáceis de fotografia para que todos aprendam essa incrível arte.
Esse ano foi um pouco mais difícil para o Blog Fotodica.
Tivemos uma queda de visualizações devido algumas leis aprovadas na Europa mas que mesmo assim refletiu um pouco aqui no blog e também para os criadores de conteúdo mas nada que desanimasse.
O Blog Fotodica continuou dando suas dicas e nesse ano falamos sobre como podemos ser mais criativos na hora de fotografar saindo das fotografias clichês que todos tentam fazer.
Também falamos um pouco sobre iluminação, como a diferença de usar flash ou luz continua de LED na hora de fotografar e as dificuldades de cada uma.
Respondemos também algumas perguntas que sempre são feitas nos comentários ou pessoalmente.
Inauguramos uma nova "seção" onde várias curiosidades são expostas, o Fotocuriosidade. Muito interessante.
Enfim, o Blog Fotodica independente que aconteça, sempre continuará dando as mais variadas dicas de fotografia e por isso precisamos muito, mas muito mesmo de sua ajuda.
Deixe aqui nos comentários quais assuntos de fotografia vocês querem que o Blog fotodica fale e que podem virar curiosidades.
Enfim, um grande abraço a todos os leitores do Blog Fotodica e que tanham um 2019 maravilhoso e com muitas fotografias!
Até o ano que vem!!!
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domingo, 30 de dezembro de 2018
Resumo 2018
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Luz de Recorte - Rim Light
Olá.
Hoje vou falar de mais uma técnica de contraluz muito usada principalmente em estúdio seja em retratos de produtos ou pessoas é a técnica de luz de recorte também conhecida como Rim Light.
A luz de recorte como o próprio nome já diz é usada principalmente em estúdio para recortar o objeto do fundo e também para dar tridimensionalidade ao que estamos fotografando.
A técnica de luz de recorte é mais facilmente obtida com luz de flash mas também pode-se conseguir bons resultados com luz contínua mas o ideal é ter uma luz mais controlada para facilitar a obtenção do efeito.
O conceito da luz de recorte é uma técnica de contraluz em que temos uma fina camada de luz contornando o objeto de modo que ele se destaque do fundo dando sensação de profundidade principalmente quando usamos um fundo praticamente da mesma cor do objeto como o da foto de exemplo que é um objeto preto com fundo também preto produzindo uma imagem visualmente interessante.
No exemplo acima usei o flash embutido da câmera e um flash remoto levemente angulado atrás do objeto virado para a câmera. Usei também um rebatedor prata para suavizar as sobras produzidas pelo contraluz e preencher o lado esquerdo do objeto. Perceba como a parte de cima e as laterais da câmera ganharam mais destaque. A variação mais usada é a da terceira foto onde desligo o flash frontal e apenas o contorno do objeto aparece e esse efeito é muito bacana.
Abaixo está o esquema das fotos acima, apenas variei entre flash remoto, direto e os dois juntos.
Como falei essa técnica é muito usada com pessoas para dar ênfase na anatomia e também fica muito bonita como luz de cabelo principalmente em modelos de cabelos cacheados. Essa luz também facilita na hora da edição da fotografia quando é preciso trocar o fundo digitalmente por exemplo pois também destaca o modelo do fundo original. Uma pena que não tinha nenhuma modelo disponível para demonstrar o efeito devido ao Natal e fim de ano.
Até a próxima dica!
Hoje vou falar de mais uma técnica de contraluz muito usada principalmente em estúdio seja em retratos de produtos ou pessoas é a técnica de luz de recorte também conhecida como Rim Light.
A luz de recorte como o próprio nome já diz é usada principalmente em estúdio para recortar o objeto do fundo e também para dar tridimensionalidade ao que estamos fotografando.
A técnica de luz de recorte é mais facilmente obtida com luz de flash mas também pode-se conseguir bons resultados com luz contínua mas o ideal é ter uma luz mais controlada para facilitar a obtenção do efeito.
O conceito da luz de recorte é uma técnica de contraluz em que temos uma fina camada de luz contornando o objeto de modo que ele se destaque do fundo dando sensação de profundidade principalmente quando usamos um fundo praticamente da mesma cor do objeto como o da foto de exemplo que é um objeto preto com fundo também preto produzindo uma imagem visualmente interessante.
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| Apenas Flash direto |
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| Flash direto + Luz de recorte |
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| Apenas Luz de recorte |
Abaixo está o esquema das fotos acima, apenas variei entre flash remoto, direto e os dois juntos.
Como falei essa técnica é muito usada com pessoas para dar ênfase na anatomia e também fica muito bonita como luz de cabelo principalmente em modelos de cabelos cacheados. Essa luz também facilita na hora da edição da fotografia quando é preciso trocar o fundo digitalmente por exemplo pois também destaca o modelo do fundo original. Uma pena que não tinha nenhuma modelo disponível para demonstrar o efeito devido ao Natal e fim de ano.
Até a próxima dica!
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domingo, 30 de março de 2014
Câmera Digital ou de filme?
No último mês participei de uma saída fotográfica com câmeras analógicas e foi a inspiração para a postagem de hoje, mas o que é melhor, câmera de filme ou digital? Depende do trabalho.
Vou explicar pois cada sistema tem suas vantagens.
Nas câmeras de filme você teria uma quantidade relativamente pequena de fotografias que podiam ser feitas comparando com os enormes cartões de memória. Um rolo de filme 35mm você podia fazer 12, 24 ou 36 fotos apenas e não tinha a grande vantagem das digitais que o usuário pode alterar a sensibilidade ISO, ou seja você tinha que fazer todas as fotos daquele rolo antes de trocar por um mais ou menos sensível. O fotógrafo de antigamente tinha que se planejar antecipadamente sabendo que tipo de filme que iria usar se ia fazer fotos diurnas usava-se um filme de ISO baixo e em fotografias noturnas ou internas ele escolheria um filme de maior ASA.
Outra coisa também é que em câmeras de filme não dá para mudar o balanço de branco no meio do caminho e existia apenas dois tipos de filme, o Daylight que era usado em áreas externas aproveitando a luz do dia e o tungstênio que era usado com iluminação de lâmpadas incandescentes. Desvios nas cores tinham que ser corrigidos no laboratório durante a revelação do negativo.
Também existiam filmes exclusivamente para fotos em preto e branco.
Você também não podia conferir a foto no visor para ver se ficou boa pois não existia. Você tinha que confiar em si mesmo e no fotômetro da câmera ou de mão para saber a exposição correta.
Claro que existia o modo automático ou de prioridade e a própria câmera se encarregava do resto mas se quisesse fotografar em modo manual para ter controle absoluto da fotografia também era possível mas você tinha que dominar toda a técnica fotográfica ou perderia muito dinheiro com rolos e mais rolos de filmes imprestáveis que iriam direto para o lixo.
E são essas as principais vantagens do sistema digital.
Com as digitais hoje você faz uma foto e se não ficou boa você apaga diretamente nela e também pode fazer centenas e até milhares de fotos com apenas um cartão de memória que hoje oferece vários Gigabytes de armazenamento.
Isso deixou muitos fotógrafos preguiçosos ou aqueles fotógrafos que se acham profissionais mas não sabem nada de fotografia nem de sua história ou da técnica fotográfica e apenas apertam um ou dois botões em um equipamento que nem entendem direito como funciona e isso foi o grande mal das câmeras digitais.
Mas se engana que as câmeras digitais sempre foram assim.
As primeiras câmeras digitais tinham resoluções baixíssimas comparadas com as de hoje. Algumas usavam disquetes como forma de armazenamento e tempos depois surgiram câmeras que usavam CDs para tal função e também eram caríssimas. Só depois de algum tempo veio as câmeras que utilizam cartões de memórias como as de hoje mas continuavam caríssimas.
O que poucos entendem é que a câmera digital deve ser usada como qualquer câmera de filme, estudando a cena, a luz, sentindo o ambiente, compondo a fotografia, esperando o momento certo para fazer a foto do dia. O que mudou mesmo com a vinda dos sistemas digitais foi o jeito de como a fotografia é armazenada. Como meu professor de fotografia Ricardo Ferreira dizia, se de cem fotos feitas naquele dia você gostou de apenas uma seu trabalho já foi feito. Claro que se você chegar com uma foto daquele evento de 12 horas que você foi contratado seu contratante vai querer te esganar no fim do dia. Mas também não é para sair disparando a torto e a direito para conseguir mais fotos pois tudo tem um custo e na digital não parece mas é bem alto. Certo que nas analógicas você precisa comprar os filmes e embutir o preço da revelação mas nas digitais você tem que se preocupar com a limpeza do sensor, coisa que não existia nas câmeras de filme e custa relativamente barato mas seria parte do lucro daquele evento. Qualquer câmera, sendo digital ou analógica tem uma vida útil.
A única coisa que realmente muda é a forma de como cada sistema armazena a fotografia, nas analógicas é em uma película fotossensível e na digital é o sensor que faz a captura da imagem e o cartão de memória a guarda.
Geralmente uma câmera digital (DSLR) de entrada tem uma vida útil aproximada de 30.000 cliques, você faz 30 eventos com mil fotos cada e terá que ou mandar para conserto que não é nada barato ou trocar de câmera e nos dois casos ou empata ou custa bem mais caro que uma câmera de filme nova e também antigamente elas duravam muito mais. Hoje em dia você encontra câmeras de 1950, 1960 funcionando perfeitamente, talvez porque não fossem tão exigidas como as digitais de hoje e não são feitas de plástico.
As digitais são boas para quem faz muitas fotos e as analógicas são para quem faz poucas fotos e busca qualidade de impressão. Aliás pouquíssimos "fotógrafos digitais" imprimem suas fotos para ter o prazer de tê-las fisicamente na mão sendo apenas um frio conjunto de bits no computador.
Uma outra vantagem das câmeras de filme é que não é preciso ficar atualizando o equipamento a cada ano como acontece nas digitais pois tudo que você precisa já está lá. E o que seria? Uma excelente objetiva e um ótimo filme, as duas coisas principais da fotografia, de resto seria apenas "perfumaria". O corpo da câmera então serve basicamente para que? Para segurar tudo junto e não deixar passar a luz para o negativo fora de hora, basicamente ela é uma câmara escura e ponto.
Nas digitais não. Os fabricantes ainda não chegaram na qualidade de uma fotografia de filme e atualizam seus equipamentos a cada ano para melhorar e chegar cada vez mais perto de um sistema analógico.
Todas as câmeras DSLR possibilitam gravar arquivos RAW que são arquivos "puros" não compactados equivalentes a "negativos digitais" mas nenhuma ainda chegou a ter a qualidade do negativo com sua riqueza de detalhes, grãos e alcance dinâmico superior. Isso sem contar a imensa qualidade de sistemas de médio o grande formato.
Por melhor que seja, principalmente para os mais experientes, da para distinguir se uma foto feita a partir de sistema analógico ou digital.
Os engenheiros precisam trabalhar com tamanho de arquivo, reprodução das cores, redução de ruídos digitais, velocidade de processamento para que a câmera não fique lenta, um montão de coisas. Nas analógicas você escolhe a objetiva que vai usar, muitas compartilhadas com o sistema digital e o filme (nas digitais são divididas em sensor e cartão de memória) que lhe dará o melhor grão e pronto! Você pode ter um corpo analógico barato mas fará fotos de extrema qualidade se souber fotografar, equivalentes a fotos feitas com câmeras digitais de dezenas de milhares de reais.
Mas nunca se esqueça: Quem faz a foto é você e não a câmera. A câmera é apenas um mero acessório que possibilita o registro daquele momento.
Fotografia não é para ser feita as pressas, fotografia é um momento, um sentimento.
Até mais!
Vou explicar pois cada sistema tem suas vantagens.
Nas câmeras de filme você teria uma quantidade relativamente pequena de fotografias que podiam ser feitas comparando com os enormes cartões de memória. Um rolo de filme 35mm você podia fazer 12, 24 ou 36 fotos apenas e não tinha a grande vantagem das digitais que o usuário pode alterar a sensibilidade ISO, ou seja você tinha que fazer todas as fotos daquele rolo antes de trocar por um mais ou menos sensível. O fotógrafo de antigamente tinha que se planejar antecipadamente sabendo que tipo de filme que iria usar se ia fazer fotos diurnas usava-se um filme de ISO baixo e em fotografias noturnas ou internas ele escolheria um filme de maior ASA.
Outra coisa também é que em câmeras de filme não dá para mudar o balanço de branco no meio do caminho e existia apenas dois tipos de filme, o Daylight que era usado em áreas externas aproveitando a luz do dia e o tungstênio que era usado com iluminação de lâmpadas incandescentes. Desvios nas cores tinham que ser corrigidos no laboratório durante a revelação do negativo.
Também existiam filmes exclusivamente para fotos em preto e branco.
Você também não podia conferir a foto no visor para ver se ficou boa pois não existia. Você tinha que confiar em si mesmo e no fotômetro da câmera ou de mão para saber a exposição correta.
Claro que existia o modo automático ou de prioridade e a própria câmera se encarregava do resto mas se quisesse fotografar em modo manual para ter controle absoluto da fotografia também era possível mas você tinha que dominar toda a técnica fotográfica ou perderia muito dinheiro com rolos e mais rolos de filmes imprestáveis que iriam direto para o lixo.
E são essas as principais vantagens do sistema digital.
Com as digitais hoje você faz uma foto e se não ficou boa você apaga diretamente nela e também pode fazer centenas e até milhares de fotos com apenas um cartão de memória que hoje oferece vários Gigabytes de armazenamento.
Isso deixou muitos fotógrafos preguiçosos ou aqueles fotógrafos que se acham profissionais mas não sabem nada de fotografia nem de sua história ou da técnica fotográfica e apenas apertam um ou dois botões em um equipamento que nem entendem direito como funciona e isso foi o grande mal das câmeras digitais.
Mas se engana que as câmeras digitais sempre foram assim.
As primeiras câmeras digitais tinham resoluções baixíssimas comparadas com as de hoje. Algumas usavam disquetes como forma de armazenamento e tempos depois surgiram câmeras que usavam CDs para tal função e também eram caríssimas. Só depois de algum tempo veio as câmeras que utilizam cartões de memórias como as de hoje mas continuavam caríssimas.
O que poucos entendem é que a câmera digital deve ser usada como qualquer câmera de filme, estudando a cena, a luz, sentindo o ambiente, compondo a fotografia, esperando o momento certo para fazer a foto do dia. O que mudou mesmo com a vinda dos sistemas digitais foi o jeito de como a fotografia é armazenada. Como meu professor de fotografia Ricardo Ferreira dizia, se de cem fotos feitas naquele dia você gostou de apenas uma seu trabalho já foi feito. Claro que se você chegar com uma foto daquele evento de 12 horas que você foi contratado seu contratante vai querer te esganar no fim do dia. Mas também não é para sair disparando a torto e a direito para conseguir mais fotos pois tudo tem um custo e na digital não parece mas é bem alto. Certo que nas analógicas você precisa comprar os filmes e embutir o preço da revelação mas nas digitais você tem que se preocupar com a limpeza do sensor, coisa que não existia nas câmeras de filme e custa relativamente barato mas seria parte do lucro daquele evento. Qualquer câmera, sendo digital ou analógica tem uma vida útil.
A única coisa que realmente muda é a forma de como cada sistema armazena a fotografia, nas analógicas é em uma película fotossensível e na digital é o sensor que faz a captura da imagem e o cartão de memória a guarda.
Geralmente uma câmera digital (DSLR) de entrada tem uma vida útil aproximada de 30.000 cliques, você faz 30 eventos com mil fotos cada e terá que ou mandar para conserto que não é nada barato ou trocar de câmera e nos dois casos ou empata ou custa bem mais caro que uma câmera de filme nova e também antigamente elas duravam muito mais. Hoje em dia você encontra câmeras de 1950, 1960 funcionando perfeitamente, talvez porque não fossem tão exigidas como as digitais de hoje e não são feitas de plástico.
As digitais são boas para quem faz muitas fotos e as analógicas são para quem faz poucas fotos e busca qualidade de impressão. Aliás pouquíssimos "fotógrafos digitais" imprimem suas fotos para ter o prazer de tê-las fisicamente na mão sendo apenas um frio conjunto de bits no computador.
Uma outra vantagem das câmeras de filme é que não é preciso ficar atualizando o equipamento a cada ano como acontece nas digitais pois tudo que você precisa já está lá. E o que seria? Uma excelente objetiva e um ótimo filme, as duas coisas principais da fotografia, de resto seria apenas "perfumaria". O corpo da câmera então serve basicamente para que? Para segurar tudo junto e não deixar passar a luz para o negativo fora de hora, basicamente ela é uma câmara escura e ponto.
Nas digitais não. Os fabricantes ainda não chegaram na qualidade de uma fotografia de filme e atualizam seus equipamentos a cada ano para melhorar e chegar cada vez mais perto de um sistema analógico.
Todas as câmeras DSLR possibilitam gravar arquivos RAW que são arquivos "puros" não compactados equivalentes a "negativos digitais" mas nenhuma ainda chegou a ter a qualidade do negativo com sua riqueza de detalhes, grãos e alcance dinâmico superior. Isso sem contar a imensa qualidade de sistemas de médio o grande formato.
Por melhor que seja, principalmente para os mais experientes, da para distinguir se uma foto feita a partir de sistema analógico ou digital.
Os engenheiros precisam trabalhar com tamanho de arquivo, reprodução das cores, redução de ruídos digitais, velocidade de processamento para que a câmera não fique lenta, um montão de coisas. Nas analógicas você escolhe a objetiva que vai usar, muitas compartilhadas com o sistema digital e o filme (nas digitais são divididas em sensor e cartão de memória) que lhe dará o melhor grão e pronto! Você pode ter um corpo analógico barato mas fará fotos de extrema qualidade se souber fotografar, equivalentes a fotos feitas com câmeras digitais de dezenas de milhares de reais.
Mas nunca se esqueça: Quem faz a foto é você e não a câmera. A câmera é apenas um mero acessório que possibilita o registro daquele momento.
Fotografia não é para ser feita as pressas, fotografia é um momento, um sentimento.
Até mais!
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quarta-feira, 15 de maio de 2013
Filtro Protetor e Filtro UV
Normalmente quando compramos uma câmera ou objetiva sempre queremos cuidar dela com o máximo de cuidado principalmente que são instrumentos de alta precisão que trabalham com milímetros ou frações de segundo ou seja tudo muito delicado.
Normalmente quando saímos pelas ruas para fotografar queremos que nada aconteça com nosso caro equipamento. Então pensamos em protegê-lo. Compramos bolsas, capas etc... Mas como proteger o elemento frontal da objetiva?
Nas ruas ou lugares menos controlados tempos muita incidência de partículas estranhas que podem acabar com a objetiva em relativamente pouco tempo como poeira, poluição, pedras atiradas por carros e várias impurezas.
Uma boa ideia seria comprar filtros apenas para proteger o elemento frontal da objetiva já que um filtro desse tipo custa dezenas de Reais em contrapartida de ter que comprar uma objetiva de milhares de Reais ou consertá-las.
Filtros protetores não têm efeito algum sobre a fotografia e tem a função exclusiva de protege-las contra esses elementos estranhos que podem acabar riscando a objetiva. Eles são menos comuns de se usar. Normalmente no lugar deles usamos o filtro ultravioleta (UV).
A luz ultravioleta é invisível para nós mas as câmeras digitais são muito sensíveis a ela.
Ela faz com que a fotografia fique com um tom levemente azulado e o filtro tenta corrigir esse efeito deixando as cores e contraste um levemente melhores. Por ele ser transparente a fotometria praticamente não é alterada.
Filtros são ótimos para limpeza e proteção das objetivas que são caríssimas em relação a os filtros mas tem um porém eles podem arruinar a fotografia principalmente usando filtros de baixa qualidade.
Objetivas são projetadas para ter a melhor imagem possível e já possuem camadas protetoras e anti-reflexivas. Filtros, mesmo o de melhor qualidade, pode limitar a nitidez e a definição da fotografia e criar halos e reflexos de luz principalmente quando há um ponto de luz mais concentrado como na foto abaixo.
Minha recomendação é a seguinte: Só use mesmo filtros se for extremamente necessário como na rua. Em lugares mais controlados como em casa ou no estúdio retire-o para conseguir sempre o melhor resultado.
Até a próxima!
Normalmente quando saímos pelas ruas para fotografar queremos que nada aconteça com nosso caro equipamento. Então pensamos em protegê-lo. Compramos bolsas, capas etc... Mas como proteger o elemento frontal da objetiva?
Nas ruas ou lugares menos controlados tempos muita incidência de partículas estranhas que podem acabar com a objetiva em relativamente pouco tempo como poeira, poluição, pedras atiradas por carros e várias impurezas.
Uma boa ideia seria comprar filtros apenas para proteger o elemento frontal da objetiva já que um filtro desse tipo custa dezenas de Reais em contrapartida de ter que comprar uma objetiva de milhares de Reais ou consertá-las.
Filtros protetores não têm efeito algum sobre a fotografia e tem a função exclusiva de protege-las contra esses elementos estranhos que podem acabar riscando a objetiva. Eles são menos comuns de se usar. Normalmente no lugar deles usamos o filtro ultravioleta (UV).
Filtro UV
O Filtro UV tem a função principal de filtrar a luz ultravioleta que existe na atmosfera.
A luz ultravioleta é invisível para nós mas as câmeras digitais são muito sensíveis a ela.
Ela faz com que a fotografia fique com um tom levemente azulado e o filtro tenta corrigir esse efeito deixando as cores e contraste um levemente melhores. Por ele ser transparente a fotometria praticamente não é alterada.
Prós e Contras do uso de filtro
Como tudo, o uso de filtros tem seus prós e contras e não estou falando só dos filtros de proteção e UV mas sim de tudo que se coloca a frente da objetiva.
Objetivas são projetadas para ter a melhor imagem possível e já possuem camadas protetoras e anti-reflexivas. Filtros, mesmo o de melhor qualidade, pode limitar a nitidez e a definição da fotografia e criar halos e reflexos de luz principalmente quando há um ponto de luz mais concentrado como na foto abaixo.
Minha recomendação é a seguinte: Só use mesmo filtros se for extremamente necessário como na rua. Em lugares mais controlados como em casa ou no estúdio retire-o para conseguir sempre o melhor resultado.
Até a próxima!
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sábado, 30 de março de 2013
Panning Zoom (Puxada de Zoom)
Na última postagem terminei de falar sobre panning então agora vou falar de outro efeito de panning, o panning zoom.
O principio do efeito o panning zoom é o mesmo do panning comum mas é feito de uma forma quase que totalmente diferente.
Da mesma forma que queremos destacar o objeto fazendo o efeito de panning movendo a câmera conforme o assunto, dessa vez temos que alterar o zoom da objetiva enquanto capturamos a fotografia.
Fazer isso é um pouco mais complicado do que fazer um panning comum pois o movimento é mais suscetível a tremidas e só dá para fazer esse efeito com objetivas de zoom manual como as objetivas de câmeras reflex.
Com o objeto que queremos dar destaque no centro da fotografia, no caso o porta-guardanapos de uma lanchonete, fazemos o foco e a medição de exposição normalmente nele mas deixando uma velocidade relativamente baixa do obturador.
Então apertamos o disparador e enquanto o obturador estiver aberto alteramos o zoom da objetiva mas tomando cuidado para não mexer a câmera durante esse movimento. Para objetos estáticos o ideal é usar um tripé ou apoiar a câmera em algum lugar. Por questões físicas apenas o centro da foto ficará nítido e o resto aparecerá borrado como na foto acima. Quando puxamos o zoom para mais o efeito é de aproximação como na foto, se tiramos o zoom o efeito é inverso. Quanto mais lenta a velocidade do obturador maior o efeito mas também muito mais fácil de errar o movimento. Também não precisa puxar o zoom até o final ou muito rápido. E uma coisa muito importante CUIDADO PARA NÃO DANIFICAR SUA OBJETIVA .
Então, curtiram a dica?
Até a próxima!
O principio do efeito o panning zoom é o mesmo do panning comum mas é feito de uma forma quase que totalmente diferente.
Da mesma forma que queremos destacar o objeto fazendo o efeito de panning movendo a câmera conforme o assunto, dessa vez temos que alterar o zoom da objetiva enquanto capturamos a fotografia.
Fazer isso é um pouco mais complicado do que fazer um panning comum pois o movimento é mais suscetível a tremidas e só dá para fazer esse efeito com objetivas de zoom manual como as objetivas de câmeras reflex.
Com o objeto que queremos dar destaque no centro da fotografia, no caso o porta-guardanapos de uma lanchonete, fazemos o foco e a medição de exposição normalmente nele mas deixando uma velocidade relativamente baixa do obturador.
Então apertamos o disparador e enquanto o obturador estiver aberto alteramos o zoom da objetiva mas tomando cuidado para não mexer a câmera durante esse movimento. Para objetos estáticos o ideal é usar um tripé ou apoiar a câmera em algum lugar. Por questões físicas apenas o centro da foto ficará nítido e o resto aparecerá borrado como na foto acima. Quando puxamos o zoom para mais o efeito é de aproximação como na foto, se tiramos o zoom o efeito é inverso. Quanto mais lenta a velocidade do obturador maior o efeito mas também muito mais fácil de errar o movimento. Também não precisa puxar o zoom até o final ou muito rápido. E uma coisa muito importante CUIDADO PARA NÃO DANIFICAR SUA OBJETIVA .
Então, curtiram a dica?
Até a próxima!
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Panning
Olá!
Vou passar mais uma dica que acho muito interessante o efeito que dá na fotografia. O Panning
Quem já viu aquelas fotos onde o objeto central está nítido e o fundo está completamente borrado?
Esse efeito é obtido através do panning.
O panning consiste em seguir com a câmera o objeto em movimento com a velocidade do obturador relativamente baixa.
Geralmente o assunto são carros, motos, bicicletas enfim, tudo que tiver movimento perpendicular a câmera. Pessoas já são um pouco mais complicadas pois como terá que usar uma velocidade lenta do obturador geralmente devido ao movimento dos passos da pessoa ele aparecerá também borrada, ou perna ou cabeça.
Vejo muitas pessoas tentando fazer panning com câmeras digitais fazendo com que ela dispare no modo continuo (modo brust). Com a prática não é necessário usar esse modo e um disparo simples já dará um resultado incrível.
O segredo do panning também é usar um pouco a imaginação meio que prevendo o futuro.
Vamos dizer que quero fotografar um carro que no momento está parado no farol. Enquanto ele está parado nesse farol tenho um tempo para imaginar onde ele vai passar que é o principal segredo, fazer o foco naquele ponto que ele passará, claro que como ele ainda não está lá o melhor é usar o foco manual para focar naquele ponto exato onde você vai disparar e também não esquecer de fazer a fotometria para conseguir uma exposição correta da cena, mas lembre-se, não adianta nada fazer panning com uma velocidade de 1/250 ou mais alta. O ideal é imaginar também a velocidade que o objeto passará no momento do clique e assim configurar de maneira correta a câmera.
Objetos mais lentos exigem que seja utilizado velocidades mais lentas e objetos mais rápidos velocidades de obturação mais rápidas. Quanto menor a velocidade do obturador mais o efeito ficará pronunciado em contrapartida mais difícil será a estabilização da câmera no momento do panning. Lembre-se que como está usando uma velocidade baixa, todo o movimento que a câmera fizer vai ficar registrado na fotografia. Mas tem um segundo segredo que pode amenizar isso que vou falar em seguida.
Para evitar tremidas na câmera você deverá se posicionar de frente para onde você pretende disparar como se fosse uma foto comum e na hora de seguir o carro por exemplo apenas fazer a rotação do tronco para acompanhá-lo visualizando o objeto pelo visor ótico deixando as pernas voltadas para a posição do clique que geralmente é feita quando o objeto fica bem na sua frente.
Abaixo tentei fazer uma animação para tentar ilustrar o que falei até agora.
Uma outra dica também é se sua câmera permitir, desligar o estabilizador de imagem pois as vezes devido ao movimento ele não conseguirá corrigi-lo dando um pior resultado.
Uma última dica é que você pode fazer composições com as cores e também é muito interessante usar a regra dos terços não deixando o objeto no meio da foto e sim no lado do movimento do carro.
Se ele estiver indo para a direita, deixe ele na parte esquerda da foto e vice-versa.
Até a próxima dica!
Vou passar mais uma dica que acho muito interessante o efeito que dá na fotografia. O Panning
Quem já viu aquelas fotos onde o objeto central está nítido e o fundo está completamente borrado?
Esse efeito é obtido através do panning.
O panning consiste em seguir com a câmera o objeto em movimento com a velocidade do obturador relativamente baixa.
Geralmente o assunto são carros, motos, bicicletas enfim, tudo que tiver movimento perpendicular a câmera. Pessoas já são um pouco mais complicadas pois como terá que usar uma velocidade lenta do obturador geralmente devido ao movimento dos passos da pessoa ele aparecerá também borrada, ou perna ou cabeça.
Vejo muitas pessoas tentando fazer panning com câmeras digitais fazendo com que ela dispare no modo continuo (modo brust). Com a prática não é necessário usar esse modo e um disparo simples já dará um resultado incrível.
O segredo do panning também é usar um pouco a imaginação meio que prevendo o futuro.
Vamos dizer que quero fotografar um carro que no momento está parado no farol. Enquanto ele está parado nesse farol tenho um tempo para imaginar onde ele vai passar que é o principal segredo, fazer o foco naquele ponto que ele passará, claro que como ele ainda não está lá o melhor é usar o foco manual para focar naquele ponto exato onde você vai disparar e também não esquecer de fazer a fotometria para conseguir uma exposição correta da cena, mas lembre-se, não adianta nada fazer panning com uma velocidade de 1/250 ou mais alta. O ideal é imaginar também a velocidade que o objeto passará no momento do clique e assim configurar de maneira correta a câmera.
Objetos mais lentos exigem que seja utilizado velocidades mais lentas e objetos mais rápidos velocidades de obturação mais rápidas. Quanto menor a velocidade do obturador mais o efeito ficará pronunciado em contrapartida mais difícil será a estabilização da câmera no momento do panning. Lembre-se que como está usando uma velocidade baixa, todo o movimento que a câmera fizer vai ficar registrado na fotografia. Mas tem um segundo segredo que pode amenizar isso que vou falar em seguida.
Para evitar tremidas na câmera você deverá se posicionar de frente para onde você pretende disparar como se fosse uma foto comum e na hora de seguir o carro por exemplo apenas fazer a rotação do tronco para acompanhá-lo visualizando o objeto pelo visor ótico deixando as pernas voltadas para a posição do clique que geralmente é feita quando o objeto fica bem na sua frente.
Abaixo tentei fazer uma animação para tentar ilustrar o que falei até agora.
Uma outra dica também é se sua câmera permitir, desligar o estabilizador de imagem pois as vezes devido ao movimento ele não conseguirá corrigi-lo dando um pior resultado.
Uma última dica é que você pode fazer composições com as cores e também é muito interessante usar a regra dos terços não deixando o objeto no meio da foto e sim no lado do movimento do carro.
Se ele estiver indo para a direita, deixe ele na parte esquerda da foto e vice-versa.
Até a próxima dica!
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Flash Remoto - Parte 5 - Grupos de flash.
Olá. Como foram de passagem de ano?
Vou continuar com mais uma dica de flash remoto.
Da mesma forma que usei dois flashes na postagem anterior sendo que apenas um era remoto realmente, posso fazer grupos de flashes remotos.
A diferença consiste em usar vários flashes remotos e fazer com que cada grupo dispare numa potência diferente.
Essa dica é muito útil para criar diferentes efeitos de luz e sombra e de temperatura de cores caso use um gel de correção de cor em algum deles.
Normalmente os flashes são divididos em grupo A, B, C, D e canal 1, 2, 3, 4 assim por diante
Também essa dica de dividir os flashes em grupo é muito interessante para não ficar toda hora mexendo na configuração deles. Podendo faze o Grupo A disparar mais forte que o B depois posso configurar que o grupo B que usará uma potência maior ou então o grupo A não disparar e o grupo B sim e assim por diante...
Gostaram?
Até a próxima dica!
Vou continuar com mais uma dica de flash remoto.
Da mesma forma que usei dois flashes na postagem anterior sendo que apenas um era remoto realmente, posso fazer grupos de flashes remotos.
A diferença consiste em usar vários flashes remotos e fazer com que cada grupo dispare numa potência diferente.
Essa dica é muito útil para criar diferentes efeitos de luz e sombra e de temperatura de cores caso use um gel de correção de cor em algum deles.
Normalmente os flashes são divididos em grupo A, B, C, D e canal 1, 2, 3, 4 assim por diante
Também essa dica de dividir os flashes em grupo é muito interessante para não ficar toda hora mexendo na configuração deles. Podendo faze o Grupo A disparar mais forte que o B depois posso configurar que o grupo B que usará uma potência maior ou então o grupo A não disparar e o grupo B sim e assim por diante...
Gostaram?
Até a próxima dica!
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São Paulo, Brasil
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