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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Flash Remoto - Parte 5 - Grupos de flash.

Olá. Como foram de passagem de ano?

Vou continuar com mais uma dica de flash remoto.

Da mesma forma que usei dois flashes na postagem anterior sendo que apenas um era remoto realmente, posso fazer grupos de flashes remotos.

A diferença consiste em usar vários flashes remotos e fazer com que cada grupo dispare numa potência diferente.

Essa dica é muito útil para criar diferentes efeitos de luz e sombra e de temperatura de cores caso use um gel de correção de cor em algum deles.

Normalmente os flashes são divididos em grupo A, B, C, D e canal 1, 2, 3, 4 assim por diante

Também essa dica de dividir os flashes em grupo é muito interessante para não ficar toda hora mexendo na configuração deles. Podendo faze o Grupo A disparar mais forte que o B depois posso configurar que o grupo B que usará uma potência maior ou então o grupo A não disparar e o grupo B sim e assim por diante...

Gostaram?

Até a próxima dica! 

sábado, 15 de dezembro de 2012

Flash Remoto: Parte 4 - Dois flashes

Olá!

Na postagem anterior eu falei como fiz a foto da flor usando apenas um flash remotamente.
Hoje vou falar como usar dois flashes na cena.

Na primeira foto você vai ver a foto sem uso do flash, fotometria ok e o disparo. Resultou nessa cena.




Muito bem, uma cena boa, com iluminação na "carinha" do boneco mas o que me incomodou um pouco foi a sombra no restante do boneco e também queria algo a mais. Então decidi escurecer o findo da foto

Então parti para uma segunda foto, agora usando o flash embutido. Lembra que falei que quanto menos o flash aparecer na cena melhor? Eu não segui a risca essa recomendação até porque todas as regras, recomendações e leis podem ser quebradas e também quis escurecer um pouco o fundo. Então eu fotometrei o ambiente e fechei quase dois pontos de luz para que o céu se tornasse azul-escuro. Como a velocidade de sincronismo da câmera que estava usando era de 1/250 tive que fechar bem o diafragma. E com o valor que obtive da abertura e da distância do objeto coloquei o flash em modo manual e configurei a potência para apenas o suficiente para o boneco ficar bem exposto.



Mesmo assim não gostei muito do resultado mas estava chegando perto do pretendido. O que não gostei nessa segunda foto foi o brilho que deu na parte onde estava escrito "fotógrafo". Simplesmente a palavra sumiu. Foi ai que pensei numa terceira alternativa, usar o flash fora da câmera para que o brilho do mesmo não atrapalhasse a cena.

Como o flash remoto não podia ficar de frente para o boneco devido ao tamanho e proximidade me dando uma sombra muito dura que não queria naquele momento. Então a alternativa foi de usar o flash remoto com potência suficiente para expor corretamente o boneco mas deixando o resto da cena sub exposta e o flash da câmera que dispararia com menor potência para amenizar a sombra causada pelo flash remoto. E o resultado foi esse aqui.


Como usei o flash remoto um pouco mais alto do que o boneco a luz veio um pouco de cima para baixo e usando o flash embutido com bem menos potência, não chegou a brilhar a parte metálica onde está escrito "fotógrafo".

Então gostaram da dica?
Até mais!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Flash Remoto (introdução)



Olá.

Já falei como usar alguns modos o flash dedicado, agora vou falar de como usar o flash remotamente.




Quando você está desenhando normalmente você escolhe como quer fazer o desenho e que tinta usar.

A tinta na fotografia é a luz e é interessante manipulá-la como quisermos. Utilizando o flash fora da câmera te dará uma melhor liberdade para trabalhar com mais criatividade.



O flash remoto é muito utilizado para mudar a luz ambiente mas da mesma forma que o flash comum é interessante mante-lo invisível ao olho do espectador. Ele é muito usado em fotografia still e retratos para dar ênfase ao que queremos mostrar na foto ou dar profundidade ao objeto fotografado.

Existem várias maneiras de utilizá-lo. Podemos também usar várias configurações de luz utilizando um flash, dois, três... Grupos de flash disparando de jeitos diferentes, enfim, existe uma infinidade de possibilidades. Mas aqui vou falar do básico.

Para poder utilizar o flash fora da câmera podemos usar cabos através de sapatas, fotocélula ou rádio.

Todos têm suas vantagens e desvantagens.

Quando é utilizado o cabo, chamado de cabo de sincronismo PC, você mantém a medição TTL (dependendo da função da câmera ou da sapata) mas perde em mobilidade. Ele é muito utilizado em estúdio por exemplo pois é um ambiente de espaço limitado mas também pode-se usar ele para fazer fotos em locações externas. Nem todas as câmeras e flashes possuem a entrada PC para conectar o cabo.

A fotocélula transmite o comando para o flash disparar através da luz, por isso o nome fotocelula já que foto quer dizer luz. Ele tem o mesmo princípio do controle remoto da TV que comanda a mesma. Experimente filmar o controle remoto com ele apontado para a câmera. Você verá a tal luz. Algumas câmeras já possuem a função sem fios através de infravermelho já incorporada o que facilita muito o uso inclusive com medição TTL do flash remoto o que facilita ainda mais pois dificilmente precisamos fazer cálculos para obter a exposição correta do flash auxiliar. Mas mesmo assim o mais correto é usar o flash em modo manual e fazer os cálculos como expliquei em postagens anteriores para uma correta utilização e aproveitamento da luz.

O terceiro e último equipamento para utilizar o flash remotamente seria o RÁDIO. 


O controle do flash remoto através de rádio seria o mais recomendado em fotos na rua por exemplo. Ele é composto de dois itens, um transmissor que vai na sapata do flash na câmera e um receptor que encaixa no flash ou através do cabo PC. Ele mantém a medição TTL, claro dependendo das funções do transmissor, receptor ou da câmera. Possui a mobilidade suficiente por não utilizar fio algum mas com um porem que dependendo do ambiente o rádio não chega muito longe, em média de 5 a 7 metros sem barreira entre o transmissor e o receptor.

Afinal fotografia não é só apertar o disparador. Boas fotos são feitas em vários minutos ou até em horas de trabalho para conseguir uma única foto excepcional.

 Nas próximas postagens vou dar algumas dicas básicas de como utilizá-lo.

Até lá!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Flash: Difusor.

Olá.

Na última postagem do blog falei dos rebatedores para conseguir uma luz menos dura nas fotos, mas também existe outro dispositivo, o difusor.

O difusor como o nome já diz, difunde a luz no ambiente, com isso conseguimos uma luz mais homogênea.

A ideal utilização mesmo dele é quando está se usando uma objetiva de distância focal de 17mm ou menor para que os cantos da fotografia não saiam escuros.

Ele é parecido com uma lente que fica logo na frente da cabeça do flash.

Em muitos flashes dedicados ele fica "escondido" sobre a lente do flash. Ele é uma lâmina plástica toda com ranhuras, bastando apenas puxá-lo para fora para utilizá-lo. Também em muitos modelos de flash ele assume a posição de que você está fotografando com uma objetiva grande-angular mesmo que você não esteja a utilizando pois o flash subentende que você quer maior difusão da luz no momento do disparo.

Existem também a venda difusores que se encaixam na frente do flash parecido com copinhos que tem a mesma função dos embutidos nos flashes mas em alguns casos sendo mais eficazes porque em alguns modelos de flash quando se usa o difusor do flash ele limita a potência para preservar a lente frontal do flash de possíveis queimas devido ao calor gerado na hora do disparo como pode ver na foto abaixo.

Também já ví que existe difusores para flash embutido que é uma lente difusora que encacha-se no corpo da câmera mas desconheço sua eficácia.

E isso ai pessoal. Até a próxima postagem.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Flash Rebatido: rebatedores

Olá pessoal.

Decidi fazer mais uma postagem sobre flash rebatido pois algumas pessoas têm perguntado para mim de como rebater o flash.

O flash rebatido como expliquei anteriormente é o flash que não fica na posição frontal do assunto paralelo a objetiva. Ele é usado em ângulos diferentes. Como expliquei também a luz é uma forma de onda que segue sempre em linha reta por isso é preciso calcular onde ela vai terminar sua trajetória.

Na foto abaixo eu coloquei o flash na posição direta, ou seja paralelo a lente:


Essa posição é que produz a luz mais dura com sobras pronunciadas além de colaborar com efeito de olhos vermelhos.

Abaixo a posição de flash rebatido para o teto.
Repare na foto que apenas rotacionei a cabeça do flash para cima. Muitos flahes tem essa opção. Como a luz dele não está diretamente no assunto as sobras serão menos intensas pois até a luz chegar ao assunto ela já se espalhou no ambiente. Nessa posição é necessário tomar cuidado com sombras indesejadas no assunto pois a luz irá chegar de cima e pouco irá diretamente ao assunto.

Agora muitas pessoas me perguntam e quando não há onde rebater o flash ou está longe da parede ou teto sendo que não querem usar flash direto?

No mercado existem rebatedores para serem encaixados atrás do flash dedicado para que o flash possa ser usado rebatido. Um exemplo é esse da foto abaixo.

Ele vem com um encaixe com uma fita dupla-face para grudar atrás do flash.

Repare na foto da direita de como encaixei ele no meu flash. Quando não quiser usá-lo é só puxar que ele sai.

Com esse rebatedor posso fazer fotos sem me preocupar muito onde rebater o flash para conseguir uma luz mais suave. Repare também de como ele é dobrado nas suas extremidades para que a luz não se perca muito no ambiente. Da até para perceber de como ele não clareou a parte de cima do fundo branco da foto.

Bom por enquanto é isso e continuem mandando suas dúvidas para que possa responder nas próximas postagens.

Até lá!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Flash Rebatido

Olá pessoal!

Além de usar o flash direto que causa no assunto uma luz dura com sombras bem pronunciadas, podemos usa-lo em outra posição, rebatido.

O rebatimento do flash nada mais é que jogar a luz dele em uma superfície antes de chegar no assunto, com isso ganhamos uma luz mais suave. Podemos jogar a luz dele numa parede ou mesmo no teto.

Também podemos usar o flash rebatido para fotografarmos um grupo de pessoas evitando que só o primeiro plano esteja iluminado pela luz do flash.

Como a luz sempre segue uma linha reta fica relativamente fácil posicionar a cabeça do flash para que a luz chegue corretamente ao assunto mas precisamos tomar cuidado com algumas características.

Como estamos trabalhando com uma luz indireta, as sombras podem parecer meio estranhas por isso é bom saber onde a luz vai refletir e os possíveis obstáculos até que ela "termine" sua trajetória

Também temos que tomar cuidado com a textura da superfície pois porque pode ser que a textura por exemplo da parede apareça no assunto. O ideal é sempre usar alguma superfície lisa.

Mais uma coisa que precisamos nos preocupar antes da foto é com a cor da superfície que vai refletir a luz do flash porque também é bem provável que a luz que atingirá o assunto tomará a tonalidade da superfície. O ideal é que ela sege branca.

Espelhos ao contrário que muitos pensam não são bons rebatedores pois não dará o efeito desejado além de absorver muita luz.

Em lojas especializadas existem rebatedores para acoplar no flash dedicado para quando não houver possibilidade de rebatem em outra superfície ou não quiser mesmo usar ele direto.

Para calcular a potência do flash devemos pegar a distância total que a luz percorrerá. Temos que adicionara distância do flash até o teto por exemplo se eu rebatê-lo no teto e mais a distância do teto até o assunto. Dependendo da superfície utilizada podemos ter uma perda de luz. Normalmente calculo que perde-se uns 20% a 25% de luz. Ou seja a potência do flash -25% da superfície.
Sei que dá um trabalho a mais mas a meu ver o resultado é muito melhor.
Até a próxima!

domingo, 15 de julho de 2012

Compesação de exposição do flash

Olá pessoal, como falei na postagem anterior vou falar um pouco de compensação de exposição do flash.

Basicamente compensação de exposição do flash. é a mesma de quando não se utiliza o flash ou seja você pode tomar como base aquilo que expliquei na postagem anterior sobre fotometria.

Quando se fotografa ultilizando um flash E-TTL (também com i-TTL e afins) uma coisa branca, precisamos compensar o flash para que ele dispare mais forte. Nas configurações do flash aparece como um sinal de positivo seguido de alguma fração porque assim como expliquei é a câmera é que vai interpretar a cena e supor que o objeto branco como sendo cinza e não disparando o flash com a potência correta.

Da mesma forma quando estamos fotografando um objeto preto a câmera fará ao contrário, ela disparará o flash com maior potência "estourando" a cena para deixar o objeto preto, cinza. Para que isso não aconteça será necessário compensar negativamente o disparo do flash para que o objeto preto realmente apareça preto na foto.

Mas agora temos uma diferença, é quando fotografamos objetos refletivos.
Quando tentamos fotografar algo muito refletivo, como espelho, ou algo parecido a câmera pode ser enganada pois o brilho do flash que é usado para fazer a medição do E-TTL volta praticamente todo para a câmera deixando a fotometria uma bagunça. O ideal mesmo nessa situação é desligar o flash. Se não tiver jeito de não utilizar o flash ou é usá-lo em modo manual para compensar esse brilho extra ou também nos flashes dedicados no modo de rebatimento.

Espero que tenham entendido nessa pequena noção que passei.

Mas ai você pensa, poxa mas essa dica não deu certo, o fundo da minha foto saiu escurão! A ique entra algumas técnicas de uso do flash como flash de compensação, flash de preenchimento e flash de luz mista. Mas conforme vou dando as dicas vou falando dessas técnicas também.

Até a próxima postagem!

sábado, 30 de junho de 2012

Sincronismo de cortinas

Olá pessoal! Na postagem anterior falei de velocidade de sincronismo, para continuar mais ou menos no assunto resolvi falar primeiro do sincronismo de cortinas. Fiquem calmos que não tem nada a ver com as cortinas da casa e sim de como o flash sincroniza com as cortinas do obturador da câmera.

Em câmeras mais avançadas, mesmo em algumas compactas podemos escolher o sincronismo de 1ª ou 2ª cortina. Isso é para a configuração de quando o flash disparará. Quando escolhemos que ele disparará na primeira cortina significa que quando o obturador acabou de abrir a câmera disparará o flash. Em segunda cortina e logo quando o obturador começa a fechar. Na postagem que falei sobre obturador tem uma animação do obturador funcionando para que entendam melhor.

Geralmente para saber se está fotografando em segunda cortina no flash aparecem um triângulo sobreposto por um outro com preenchimento preto.

O efeito obtido mesmo em frações de segundo é distinto pois a luz do flash congela a cena.  O efeito fica muito mais evidenciado em disparos de baixa velocidade que vou falar de como fazer nas próximas postagens.

Vamos imaginar uma cena básica:

Um carro passando na avenida com os faróis acesos a noite.

Se colocar a configuração do flash em primeira cortina, a luz do flash vai congelar o carro e o farol do carro irá aparecer na frente o carro dando a impressão que ele está no sentido contrário, andando de ré.

Se colocar o sincronismo para a segunda cortina, primeiro vai ser captado os faróis do carro e logo em seguida o flash irá congelar o movimento do carro. ou seja as luzes do carro vão aparecer logo atrás do carro então dando a impressão que ele está andando corretamente para frente.

Próxima postagem vou falar de compensação de exposição com flash.

Até lá!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Flash: Velocidade de sincronismo

Hoje vou falar de uma coisa também muito importante de configuração do flash, a velocidade de sincronismo.

Principalmente nas câmeras compactas e reflex 35mm, digitais também obviamente, precisamos ficar de olho na velocidade de sincronismo.

A velocidade de sincronismo é um limite da câmera e não do flash como muitos pensam e é a velocidade máxima do obturador para tirarmos fotos com flash.

Nas câmeras compactas atuais é comum que a velocidade de sincronismo seje de 1/60s. Já nas reflex digitais, dependendo do modelo da câmera, a velocidade varia de 1/200s à 1/500s. Normalmente em modelos de filme um pouco mais antigas a velocidade seria de 1/60s à 1/125s. No dial de modo a velocidade de sincronismo pode ser um X ou mesmo estar escrito X-Sync.

 A velocidade de sincronismo é chamada assim porque é a velocidade de disparo máxima que a câmera consegue sincronizar o disparo do flash com a cortina do obturador totalmente aberta. Além dessa velocidade o obturador já atrapalharia a foto deixando uma parte dela escura. Como falei a velocidade de sincronismo é a máxima mas também não existe uma velocidade mínima sendo apenas o limite da fotometria do lugar porque a luz do flash dura apenas 1/1000 (um milésimo) de segundo.


Para fazer a fotometria com o flash, de nada adianta controlar a luz do flash pela velocidade do obturador como já disse pois dura apenas 1/1000  de segundo. Apenas podemos usar a abertura ou a sensibilidade do filme (ISO) como já vimos na postagem anterior.

Pode ser que em alguma situação de estar fotografando com flash em um ambiente claro (sim isso existe!) a velocidade de sincronismo não seja suficiente para fazer a correta fotometria da cena deixando ela estourada ai pode-se fechar a abertura ou abaixar o ISO para que a cena fique corretamente fotometrada. Mas se tudo não funcionar existe a velocidade alta de sincronismo. 

As câmeras de hoje não permitem que se use mais velocidade do que é permitido quando se liga o flash mas hoje em dia praticamente todos os flashes dedicados possuem a função High Sync (Sincronização alta em tradução livre) em que o flash dispara várias vezes na potência escolhida e um desses disparos vai atingir o sensor com o obturador totalmente aberto mas em contrapartida consome muita bateria. Normalmente quando essa opção é ativada no flash é mostrado no visor um raio com um H, mas que vou falar mais quando estiver falando de flash de preenchimento.

Também o flash das câmeras compactas mais sofisticadas e as reflex podem ser configuradas para que o flash dispare na primeira cortina ou na segunda dando efeitos diferentes, mas vou continuar a falar sobre isso nas próximas postagens.


A próxima postagem mesmo devo falar de fotometria com flash.

Até lá! 
 

segunda-feira, 30 de abril de 2012

O Flash


Olá pessoal, estou começando a postagem que segundo amigos meus é a mais aguardada desse blog.
Vou falar sobre o flash e de como usá-lo em diferentes situações.
Resolvi começar agora pois antes de lidar com o flash precisamos saber o funcionamento da câmera fotográfica, principalmente a parte de fotometria para também ser usado no caso dos flashes.
O Flash é uma luz auxiliar rápida, dura apenas um milésimo de segundo e é também uma luz dura e totalmente branca próxima dos 5500k.

Existem basicamente dois tipos de flash:

Embutido
Como o próprio nome já diz ele está incorporado ao corpo da câmera, isso inclui os flashes pop-up que ficam escondidos e surgem quando precisamos usa-lo. Para a alimentação usam a bateria da câmera.
FLASH EMBUTIDO

FLASH POPUP


Flashs dedicados
São aqueles que por meio de uma sapata ou cabo de sincronismo conectam-se a câmera para disparar. Esses possuem muito mais configurações além de poder disparar não diretamente para o assunto pois possuem a cabeça giratória. Eles recarregam mais rapidamente e geralmente usam pilhas ou baterias próprias poupando a energia da câmera.


Dependendo do tipo de conexão com a câmera eles podem ser:

Manuais:
Nos flashes chamados de manuais o usuário controla regulagem da câmera para a potência da luz do flash através de alguns cálculos determinando assim a correta exposição da fotografia. Eles não tem contato na sapata e precisam ultilizar  cabo de sincronismo.

Automático:
Muito parecido com o uso dos flashes manuais, o usuário determina tanto no flash quanto na objetiva a mesma abertura em uma determinada velocidade obtendo assim a exposição correta. Um exemplo da sapata que esses flashes ultilizam é essa.


Reparem que tem um círculo central que é por onde o flash recebe a ordem para disparar no momento exato da fotografia dispensando o cabo de sincronismo.

Automático TTL:
Hoje em dia com a ascensão das câmeras digitais são os mais utilizados. Os flashs que possuem a tecnologia TTL (Through The Lens) utiliza-se da medição do fotômetro da câmera para disparar a potência ideal para iluminar a cena isentando o fotógrafo de fazer os cálculos necessários e assim conseguindo fotos mais rapidamente. É fácil distinguir um flash TTL pois ele sempre dispara mais de uma vez por foto, a primeira rajada é usada para medir a luz e a potência do flash e nas digitais é nessa hora que que também é obtido o correto balanço de branco (White Balance) e a partir dessa rajada é que efetivamente a fotografia e tomada. Dependendo do fabricante da câmera existem as variações de nomes como E-TTL, E-TTL II, i-TTL, por assim vai. A sapata utilizada nesse tipo de flash contem além do círculo maior mais outros círculos que são os contatos por onde ele se comunica com a câmera para receber todas as informações que descrevi acima.



Todos os flahses contém um Número Guia que é para fazer os cálculos que falei acima e também cada câmera possui uma velocidade de sincronismo com o flash que é a velocidade máxima para que o obturador da câmera não atrapalhe a luz do flash pois ele tem que estar completamente aberto para capturar toda a luz emitida.

Sobre isso vou falar na próxima postagem.
Aguardem!