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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Linha do Horizonte na Fotografia

Olá pessoal,

Hoje vou falar de uma coisa básica que cheguei a mencionar quando falei sobre composição mas que muitas vezes é ignorada por alguns e difícil acertar para quem está começando, a linha do horizonte na fotografia.



A linha do horizonte é muito importante na fotografia, ela é quem inicialmente guia a altura da visão do espectador na fotografia.

Um horizonte reto nos dá a sensação de paz e tranquilidade.

Mas vezes por descuido ou por negligência muitas fotografias ficam "tortas" e isso acaba com uma boa fotografia. Veja o exemplo abaixo:

Horizonte torto

Reparem no museu do Ipiranga em São Paulo. Parece que ele está pendendo para a direita, certo que ele estava quase desmoronando mas não chegava a tanto. Hehehhe. Aposto também que você inclinou um pouco a cabeça para o mesmo lado da inclinação da fotografia. Acertei?
 
Mesmo tendo inclinado apenas 2 graus em sentido horário a diferença foi enorme não é mesmo? Não sei para vocês mas para mim é até incomodo olhar para ela. Isso é inadmissível em fotografia de paisagem ou arquitetura por exemplo.

Mas em algumas situações podemos quebrar essa regra.

Quando não temos uma linha do horizonte bem definida, uma coisa que podemos fazer é inclinar realmente a linha do horizonte para dar mais dinamismo a fotografia como no exemplo abaixo que fiz durante a corrida do Moto GP em que aconteceu em Interlagos. Para dar uma sensação de maior velocidade e mais fluidez para a fotografia eu inclinei propositadamente a linha do horizonte.

Reparem que eu a inclinei bastante e não apenas a "entortei".


Agora olhem como ela ficaria originalmente se eu não tivesse inclinado o horizonte:


A fotografia de baixo parece bem mais monótona não é? Além disso na primeira foto que inclinei propositadamente os dois corredores do meio que disputavam para valer a posição ganharam uma ênfase muito maior e parece que o bicho está pegando por lá.

Também outra coisa também muito comum é o pessoal colocar o horizonte bem no meio da foto e isso acaba matando de vez a fotografia. O horizonte tem que estar sempre no terço de baixo ou de cima da fotografia dependendo no que você quer dar mais destaque, se é mais para o céu ou mais para a terra.

Claro que ele não precisa estar exatamente alinhado com o terço escolhido, só não pode estar exatamente no meio da fotografia.

Na fotografia abaixo onde quis que os prédios do fundo coloridos pelo pôr do sol contrastando do acinzentado do céu.

 

Basicamente o horizonte é o que dá o equilíbrio da foto e por isso precisamos nos preocupar se ele está verdadeiramente na horizontal e em qual proporção da imagem ele estará.

Uma ótima dica para isso é usar as linhas do visor da câmera para ajudar nessa composição.

Se você ainda tem dúvidas de como compor melhor o horizonte suas fotografias deixe nos comentários!

Abraço e até mais!

domingo, 30 de março de 2014

Câmera Digital ou de filme?

No último mês participei de uma saída fotográfica com câmeras analógicas e foi a inspiração para a postagem de hoje, mas o que é melhor, câmera de filme ou digital? Depende do trabalho.
Vou explicar pois cada sistema tem suas vantagens.


Nas câmeras de filme você teria uma quantidade relativamente pequena de fotografias que podiam ser feitas comparando com os enormes cartões de memória. Um rolo de filme 35mm você podia fazer 12, 24 ou 36 fotos apenas e não tinha a grande vantagem das digitais que o usuário pode alterar a sensibilidade ISO, ou seja você tinha que fazer todas as fotos daquele rolo antes de trocar por um mais ou menos sensível. O fotógrafo de antigamente tinha que se planejar antecipadamente sabendo que tipo de filme que iria usar se ia fazer fotos diurnas usava-se um filme de ISO baixo e em fotografias noturnas ou internas ele escolheria um filme de maior ASA.

Outra coisa também é que em câmeras de filme não dá para mudar o balanço de branco no meio do caminho e existia apenas dois tipos de filme, o Daylight que era usado em áreas externas aproveitando a luz do dia e o tungstênio que era usado com iluminação de lâmpadas incandescentes. Desvios nas cores tinham que ser corrigidos no laboratório durante a revelação do negativo.
Também existiam filmes exclusivamente para fotos em preto e branco.

Você também não podia conferir a foto no visor para ver se ficou boa pois não existia. Você tinha que confiar em si mesmo e no fotômetro da câmera ou de mão para saber a exposição correta.
Claro que existia o modo automático ou de prioridade e a própria câmera se encarregava do resto mas se quisesse fotografar em modo manual para ter controle absoluto da fotografia também era possível mas você tinha que dominar toda a técnica fotográfica ou perderia muito dinheiro com rolos e mais rolos de filmes imprestáveis que iriam direto para o lixo.

E são essas as principais vantagens do sistema digital.

Com as digitais hoje você faz uma foto e se não ficou boa você apaga diretamente nela e também pode fazer centenas e até milhares de fotos com apenas um cartão de memória que hoje oferece vários Gigabytes de armazenamento.
Isso deixou muitos fotógrafos preguiçosos ou aqueles fotógrafos que se acham profissionais mas não sabem nada de fotografia nem de sua história ou da técnica fotográfica e apenas apertam um ou dois botões em um equipamento que nem entendem direito como funciona e isso foi o grande mal das câmeras digitais.

Mas se engana que as câmeras digitais sempre foram assim.
As primeiras câmeras digitais tinham resoluções baixíssimas comparadas com as de hoje. Algumas usavam disquetes como forma de armazenamento e tempos depois surgiram câmeras que usavam CDs para tal função e também eram caríssimas. Só depois de algum tempo veio as câmeras que utilizam cartões de memórias como as de hoje mas continuavam caríssimas.

O que poucos entendem é que a câmera digital deve ser usada como qualquer câmera de filme, estudando a cena, a luz, sentindo o ambiente, compondo a fotografia, esperando o momento certo para fazer a foto do dia. O que mudou mesmo com a vinda dos sistemas digitais foi o jeito de como a fotografia é armazenada. Como meu professor de fotografia Ricardo Ferreira dizia, se de cem fotos feitas naquele dia você gostou de apenas uma seu trabalho já foi feito. Claro que se você chegar com uma foto daquele evento de 12 horas que você foi contratado seu contratante vai querer te esganar no fim do dia. Mas também não é para sair disparando a torto e a direito para conseguir mais fotos pois tudo tem um custo e na digital não parece mas é bem alto. Certo que nas analógicas você precisa comprar os filmes e embutir o preço da revelação mas nas digitais você tem que se preocupar com a limpeza do sensor, coisa que não existia nas câmeras de filme e custa relativamente barato mas seria parte do lucro daquele evento. Qualquer câmera, sendo digital ou analógica tem uma vida útil.
A única coisa que realmente muda é a forma de como cada sistema armazena a fotografia, nas analógicas é em uma película fotossensível e na digital é o sensor que faz a captura da imagem e o cartão de memória a guarda.

Geralmente uma câmera digital (DSLR) de entrada tem uma vida útil aproximada de 30.000 cliques, você faz 30 eventos com mil fotos cada e terá que ou mandar para conserto que não é nada barato ou trocar de câmera e nos dois casos ou empata ou custa bem mais caro que uma câmera de filme nova e também antigamente elas duravam muito mais. Hoje em dia você encontra câmeras de 1950, 1960 funcionando perfeitamente, talvez porque não fossem tão exigidas como as digitais de hoje e não são feitas de plástico.

As digitais são boas para quem faz muitas fotos e as analógicas são para quem faz poucas fotos e busca qualidade de impressão. Aliás pouquíssimos "fotógrafos digitais" imprimem suas fotos para ter o prazer de tê-las fisicamente na mão sendo apenas um frio conjunto de bits no computador.

Uma outra vantagem das câmeras de filme é que não é preciso ficar atualizando o equipamento a cada ano como acontece nas digitais pois tudo que você precisa já está lá. E o que seria? Uma excelente objetiva e um ótimo filme, as duas coisas principais da fotografia, de resto seria apenas "perfumaria". O corpo da câmera então serve basicamente para que? Para segurar tudo junto e não deixar passar a luz para o negativo fora de hora, basicamente ela é uma câmara escura e ponto.
Nas digitais não. Os fabricantes ainda não chegaram na qualidade de uma fotografia de filme e atualizam seus equipamentos a cada ano para melhorar e chegar cada vez mais perto de um sistema analógico.

Todas as câmeras DSLR possibilitam gravar arquivos RAW que são arquivos "puros" não compactados equivalentes a "negativos digitais" mas nenhuma ainda chegou a ter a qualidade do negativo com sua riqueza de detalhes, grãos e alcance dinâmico superior. Isso sem contar a imensa qualidade de sistemas de médio o grande formato.
Por melhor que seja, principalmente para os mais experientes, da para distinguir se uma foto feita a partir de sistema analógico ou digital. 

Os engenheiros precisam trabalhar com tamanho de arquivo, reprodução das cores, redução de ruídos digitais, velocidade de processamento para que a câmera não fique lenta, um montão de coisas. Nas analógicas você escolhe a objetiva que vai usar, muitas compartilhadas com o sistema digital e o filme (nas digitais são divididas em sensor e cartão de memória) que lhe dará o melhor grão e pronto! Você pode ter um corpo analógico barato mas fará fotos de extrema qualidade se souber fotografar, equivalentes a fotos feitas com câmeras digitais de dezenas de milhares de reais.

Mas nunca se esqueça: Quem faz a foto é você e não a câmera. A câmera é apenas um mero acessório que possibilita o registro daquele momento.

Fotografia não é para ser feita as pressas, fotografia é um momento, um sentimento.

Até mais!

sábado, 30 de novembro de 2013

Fotos de Paisagem.

Normalmente a primeira coisa que fotografamos, seja por testar uma câmera nova ou por ser de fácil acesso é alguma paisagem por ai.

Luz do Sol

Muitas câmeras, principalmente as compactas possui o modo de cena Paisagem facilitando o trabalho.

Esse modo automático altera a profundidade de campo fechando o diafragma o máximo possível e alterando a resposta das cores para que o azul do céu e o verde das folhagens apareçam mais e em algumas câmeras um pouquinho mais avançadas elas alteram a resposta dinâmica para que o céu não estoure tanto deixando completamente branco. Nesse modo muitas câmeras deixam as cores foto muito "artificiais".

Para ter mais controle sobre a fotografia é muito interessante fazer a foto em modo manual disponível em pouquíssimas compactas e em todas as DSLR.

26ª fotocultura: São Vicente

Para fotografar manualmente é um pouquinho mais complicado para se obter um resultado excepcional mas compensa.

Primeiro temos que ver como está o clima e o que quero passar para o espectador naquela fotografia.

O ideal seria usar um tripé mas podemos fazer segurando a câmera na mão pois normalmente a velocidade do obturador é alta.

Como no modo automático podemos usar o obturador bem fechado para conseguir uma maior profundidade de campo mas ai vai uma dica. As objetivas têm um ponto em que elas começam a perder definição por causa da refração dando o efeito inverso que queremos.

Podemos então usar a técnica de distância hiperfocal que falei em umas das postagens anteriores para temos o máximo de nitidez na distância que queremos. Use sempre ISO baixo para preservar os detalhes da imagem.

Para as cores ficarem bem legais é interessante usar o filtro polarizador para ressaltar as cores do céu e as cores das folhagens.
Ponte Pêncil

Para fazer a fotometria que é um pouco difícil acertar é interessante medir o céu primeiro e depois o chão para que o céu não saia estourado na fotografia acabando com ela. Para que o céu não estoure ele ter que ficar no máximo dois pontos do fotômetro zerado. No chão é a mesma coisa só que com a fotometria negativa, se a medição der abaixo de -2 como -3 ou -4 por exemplo o chão ficará muito escuro. A vantagem de não estourar o céu é que podemos salvar mais facilmente a parte escura da foto mas dificilmente podemos salvar a área estourada caso precisemos além do céu ficar mais bonito.
Para ficar ideal temos que escolher onde vai ficar o horizonte na composição. Nunca deixe o horizonte bem no meio da foto. Também temos que observar se o horizonte realmente está na bem na horizontal. Um horizonte torto detona a foto inteira. Geralmente câmeras DSLR mais recentes contam com uma ferramenta de nivelamento digital para facilitar o processo.
Use elementos de composição para guiar o olhar do espectador não ficar perdido dentro da fotografia.
Evite fotografar com sol a pino pois as sombras vão ficar muito duras. O ideal para fotografar paisagens é logo no inicio da manhã e no entardecer que é a chamada hora mágica, é nessa hora que a luz mais bonita e confere uma profundidade a mais na fotografia.

Pescadores

O interessante é também usar objetiva grande-angular para esse tipo de fotografia ou para os mais ousados até usar objetivas olho de peixe que confere um aspecto realmente interessante. Mas é preciso prestar mais atenção pois haverá muito mais elementos para serem compostos na foto.


São Paulo Nas Alturas

Então é isso.
Divirtam-se!




terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Flash Remoto - Parte 5 - Grupos de flash.

Olá. Como foram de passagem de ano?

Vou continuar com mais uma dica de flash remoto.

Da mesma forma que usei dois flashes na postagem anterior sendo que apenas um era remoto realmente, posso fazer grupos de flashes remotos.

A diferença consiste em usar vários flashes remotos e fazer com que cada grupo dispare numa potência diferente.

Essa dica é muito útil para criar diferentes efeitos de luz e sombra e de temperatura de cores caso use um gel de correção de cor em algum deles.

Normalmente os flashes são divididos em grupo A, B, C, D e canal 1, 2, 3, 4 assim por diante

Também essa dica de dividir os flashes em grupo é muito interessante para não ficar toda hora mexendo na configuração deles. Podendo faze o Grupo A disparar mais forte que o B depois posso configurar que o grupo B que usará uma potência maior ou então o grupo A não disparar e o grupo B sim e assim por diante...

Gostaram?

Até a próxima dica! 

domingo, 30 de dezembro de 2012

Resuminho de fim de ano

Olá pessoal.

Resolvi para esse fim de ano fazer um resumo de tudo o que já falei até agora no blog. Vamos então dar uma olhada como ficou.

35mm (35 milímetros): É quando falamos de câmeras de pequeno formato. Não confundir com câmeras compactas.

Abertura: Controlada pelo diafragma é ele quem controla a quantidade de luz que passará da objetiva para o interior da câmera caracterizada pela letra f. Quanto maior o número menor é a abertura e quanto menor abertura maior será a profundidade de campo.

Autofoco: É um recurso usado para que as câmeras foquem automaticamente. Existem alguns tipos de autofoco. Modo simples onde o foco é travado para aposição do assunto, o contínuo que acompanha o movimento do assunto e o inteligente que é uma mistura entre o simples e o contínuo.
Geralmente o símbolo que acompanha é o AF. O modo contínuo pode ser o AF-C.

Alta luz: É a parte clara da fotografia ao contrário da baixa luz.

ASA / ISO: É uma unidade de grandeza que quanto o filme ou sensor no caso das digitais é sensível a luz, Quanto maior o número mais sensível será. Nas digitais quanto maior o ISO mais ruido aparecera na fotografia. Nos filmes será observado uma quantidade de grãos maiores.

Baixa luz: É a área de sombra na foto. A parte mais escura.

Balanço de branco: Um recurso para usar quando se fotografa conforme a iluminação ambiente para que as cores saiam mais realistas possíveis. Em inglês o termo é White Balance ou WB.

Bateria: Fonte de energia das câmeras.

Brust Mode: É quando a câmera é configurada para disparos contínuos.

Cabo de sincronismo: É um cabo que é utilizado para ligar a câmera ao flash dedicado ou quando a sapata do flash não possua contatos para o mesmo.

Câmeras analógicas: São câmeras que utilizam filme ou emulsões para capturar a fotografia.

Câmeras digitais: São câmeras que usam sensores e processos eletrônicos para capturar as fotografias.

Cartão cinza: É um cartão especial que reflete a cor cinza neutro ou cinza 18%. Ele serve para aferir o fotômetro e fazer o balanço de branco para luz do ambiente.

Cartão de armazenamento: Nas câmeras digitais é onde ficam arquivadas as fotografias.

CCD: Abreviação de Charging Coupled Device. Ele é um tipo de sensor das câmeras digital muito utilizado nas câmeras compactas. Ele é responsável pela captura da fotografia. Sua função é equivalente dos filmes nas câmeras analógicas.

Cinza médio: Ou cinza neutro. É o cinza oferecido pelo cartão cinza. O Cinza 18%.

CMOS: Outro tipo de sensor usado nas câmeras digitais. Ele tem a vantagem de consumir menos energia poupando as baterias das câmeras. Sua função é a mesma do filme fotográfico.

Contraste: Contraste é a diferença entre a parte clara e escura da fotografia

Corpo: É a parte onde ficam alojados os dispositivos da câmera e onde encaixam-se as objetivas.

Composição: É o arranjo dos objetos na fotografia para deixá-la agradável ao olhar do espectador.

Diafragma: É um conjunto de lâminas na objetiva responsável pela quantidade de luz que passará através dela para o interior da câmera e também é responsável pela profundidade de campo. Seu valor é expresso pela letra f. Na anatomia equivaleria a íris do nosso olho.

Difusor: É responsável por espalhar a luz do flash, difundi-la pelo ambiente.

Disparador: Dispositivo responsável pelo disparo da fotografia acionando o obturador.

Distância focal: É a distância entre o meio da objetiva até o plano focal (filme ou sensor). Quanto maior o número menor o angulo de visão da objetiva e maior aproximação.

Distância Hiperfocal: É a distância entre o objeto focado mais próximo com a objetiva focalizada no infinito.

Estabilizador de Imagem:  IS. É um mecanismo geralmente encontrados na objetiva para compensar o movimento das mãos do fotógrafo para ajudar a produzir imagens mais nítidas.

Exposição: É o tempo que a luz incidirá sobre o filme ou sensor. Controlado pelo obturador e geralmente expressos em frações de segundo ex. 1/60, 1/500, 1/2.

Exposição automática: É quando a câmera determina automaticamente a exposição sem interferência do fotógrafo.

Exposição manual: Ao contrário da exposição automática, aqui é o fotógrafo que determina a configuração de exposição.

Fator de corte: Nas câmeras digitais o fator de corte determina quanto a área do sensor de imagem é menor que a do filme 35mm.

Flash: É uma luz auxiliar branca e rápida, tem 1 milésimo de segundo de duração que dispara junto com a câmera para ajudar na iluminação da cena.

Flash dedicado: É o flash que não vem com a câmera. Exclusivo para esse fim.

Flash embutido: É o flash que é integrado ao corpo da câmera.

Flash E-TTL: É um flash completamente automático que usa informações da câmera para disparar com potência correta.

Filme fotográfico: Emulsão sensível a luz com base em gelatina animal e cristais de prata responsável pela captura da luz na formação da fotografia.

Filtro: Pode ser de vidro ou cristal que encaixa na frente da objetiva responsável por alguns efeitos ou correções na fotografia.

Foto subexposta: Aquela foto escura. Que na hora da exposição foi usado um tempo muito curto de exposição a luz.

Foto superposta: Ao contrário da foto sub exposta, é uma foto muito clara onde o tempo de exposição foi demasiadamente longo.

Fotômetro: É um aparelho que mede a quantidade de luz no ambiente para dar um parâmetro para uma exposição correta da fotografia. Pode também estar embutido na câmera fotográfica.

Grande Angular: São objetivas com distância focal menor que 50mm.

Gel de correção de cor: Filtro de material especial de tonalidades distintas encaixado a frente do flash altera a temperatura de cor da luz do flash

ISO: É a sensibilidade do filme ou sensor. Vide ASA

Kelvin: vide Temperatura de cor.

Latitude: É o intervalo que a câmera fotográfica consegue registrar entre o claro e o escuro. Quanto maior a latitude melhor.

Lente: É o Objetiva.

Máquina fotográfica: É a câmera fotográfica em si. Ela pode ser de pequeno, médio ou grande formato.

Macrofotografia: É uma técnica usada para obter fotos de pequenos objetos parecerem maiores.

Negativo: É o filme fotográfico.

Numero "f/": É um número que expressa quanto o diafragma está fechado. Quanto maior o número mais fechado está o diafragma e consequentemente a abertura.

Numero Guia: Ou NG. É o número que todo o flash tem e ele usado para fazer cálculos de potência e distância da luz do flash. (NG / abertura = distância) ou (NG / distância = abertura).

Objetiva: É o nome correto do conjunto de lentes que é usado para focar o objeto. Por isso seu nome.

Objetiva Grande angular: São objetivas cuja distância focal é menor que 50mm

Objetiva Normal: São objetivas com distância focal de 50mm

Objetivas Teleobjetivas: São objetivas com distância focal maior que 50mm

Objetivas Zoom: São aquelas que podem mudar sua distância focal. Ex. 75-300mm

Obturador: O obturador é o dispositivo responsável pelo tempo que o sensor ou o filme é exposto a luz.

Para-sol: Tem a função de bloquear a luz indesejada vindo pelas laterais da objetiva.

Pentaprisma: Conjunto de espelhos que tem a função de fornecer ao fotógrafo a mesma "visão" da objetiva.

Pixel: A menor unidade de formação da imagem.

Plano focal: É onde a imagem é formada dentro da câmera fotográfica. É lá que está o filme ou o sensor de imagem.

Profundidade de campo: É o intervalo onde o foco é aceitavelmente nítido e varia em função da abertura do diafragma.

Sensibilidade: Vide ISO

Temperatura de cor. É a tonalidade da luz do ambiente expressa em Kelvim ou K. Quanto menor o numero K mais quente a luz será.

Velocidade de sincronismo: É a velocidade máxima em que há sincronismo com o disparo do flash.

Bom pessoal, por enquanto é isso.

Uma ótima passagem de ano para vocês e continuem praticando bastante e quero ver o resultado que estão conseguindo lendo as fotodicas. E você quer ter suas fotos de fim de ano publicadas aqui no blog? É só me mandar as fotos do seu fim de ano pelo e-mail blogfotodica@gmail.com com seu nome completo e cidade que publicarei aqui no blog.

Até mais!